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Mãe denuncia professor de aliciar a filha de sete anos, no Cacau Pirêra

A escola municipal fica localizada no distrito do Cacau Pirêra, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) - foto: divulgação

A escola municipal fica localizada no distrito do Cacau Pirêra, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) – foto: divulgação

Um professor substituto da Escola Municipal Irmã Bruna Cordeni, localizada no distrito do Cacau Pirêra, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), está sendo acusado de aliciar alunas do 2º ano de educação infantil do turno matutino, segundo relata a mãe de uma menina de sete anos, uma das vítimas aliciadas pelo suspeito.

De acordo com a mulher, uma costureira que não quis ter a identidade revelada, o homem identificado como Bruno Galvão Borel, de 56 anos, residente na capital amazonense, está lecionando no colégio do município há dois meses como professor substituto.

A criança contou que as atitudes do professor são frequentes desde que ele começou a lecionar na escola. Ainda conforme os relatos da vítima à mãe, o professor alicia as alunas dentro da sala de aula, na frente de outras crianças.

“A minha filha me contou que ele pede para as meninas irem até a mesa dele e as acaricia na frente das outras crianças. Ele começa passando a mão pelos braços e vai descendo até as partes íntimas das meninas”, explicou a costureira.

Ainda segundo a mulher, antes de ter conhecimento do caso, ela ouviu relatos de que o professor já havia cometido esse tipo de abuso em outras instituições educacionais, porém, ninguém se pronunciava por medo e também para proteger a imagem das escolas.

Na ocasião, a mãe da vítima questionou a direção do colégio para averiguar tal situação. “Quando eu questionei a diretora sobre o ocorrido, ela disse que já havia percebido as atitudes dele [professor], mas que não tinha como provar nada”, disse.

Ainda conforme a denunciante, após perceber que a direção da instituição não se pronunciaria de maneira efetiva contra o professor para preservar a imagem da escola, ela resolveu tomar as providências. “Obviamente que eu fiquei indignada e resolvi correr atrás para tornar isso público, levar ao conhecimento de todos, pois ele [professor] não pode ficar impune”, relatou.

A costureira se dirigiu à Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Iranduba para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra o professor. De acordo com a costureira, este é o terceiro caso de denúncia envolvendo o suspeito. “Quando eu fui à delegacia para registrar o B.O. contra ele [Bruno], me foi informado que esse já era o terceiro caso de denúncia envolvendo o nome dele”, lembrou.

Na segunda-feira (14), a mulher será chamada na delegacia para prestar depoimento sobre o caso, visto que, no momento da formalização da ocorrência, o delegado não estava presente.

A equipe de reportagem do EM TEMPO Online entrou em contato com a assessoria de comunicação da prefeitura de Iranduba em busca de pronunciamento, porém, até o momento desta postagem, ainda não obteve resposta.

Por Narel Desiree

1 Comment

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  1. Larissa Borel

    15 de outubro de 2015 at 15:48

    Sou uma das filhas do suposto acusado e gostaria de saber porque o jornal não teve o trabalho de procurar o meu pai para saber a versão dele. Primeiro que ele tem. 66 anos de idade que não 56 como diz a reportagem e segundo o meu pai tem prova de que nunca houve qualquer denúncia contra ele em Presidente Figueiredo. Gostaria de deixar bem claro minha e de toda a minha família a indicação contra essa acusação totalmente sem provas.

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