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Mãe biológica de André é ouvida pela polícia

No último dia 24, o menino caiu em um bueiro, na rua em que morava com a família, no bairro Amazonino Mendes - foto: divulgação

No último dia 24, o menino caiu em um bueiro, na rua em que morava com a família, no bairro Amazonino Mendes – foto: divulgação

Após prestar depoimento no início da semana, na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), a suposta mãe biológica do menino André Pereira Crescenço, 6 – que morreu afogado após cair em um bueiro -, Dinamarca da Silva, confirmou apenas detalhes sobre a “adoção” da criança. De acordo com a delegada titular da Depca, Juliana Tuma, o corpo da criança permanecerá na sede do Instituto Médico Legal (IML) até que o caso seja elucidado.

“Durante o depoimento da suposta mãe biológica, ela não entrou em detalhes e nem informou nenhuma novidade. Ela disse apenas que o único vínculo com o pai adotivo do menino, Davison Lúcio Pereira Crescenço, foi no início do parto. Ela disse que ele a ajudou no parto e em seguida entregou o André para o pai criar, pois ela era moradora de rua e que não tinha condições de criar do menino”, informou a delegada.

No último dia 24, o menino caiu em um bueiro, na rua em que morava com a família, no bairro Amazonino Mendes, Zona Norte, e só foi encontrado três dias após o acidente, no igarapé do Mindu, no trecho que corta o parque municipal do Mindu, no bairro Parque 10 de Novembro, Zona Centro-Sul, a mais de 10 quilômetros do local do acidente.

Sem certidão de nascimento, carteira de vacinação ou outro tipo de documento que o identifique – a criança era adotada – o corpo de André segue no IML, sem previsão de liberação. Material genético de Dinamarca foi coletado para a realização de um exame de DNA, que possa comprovar que André era seu filho, e assim haver a liberação da criança para ser enterrada.

Por Luis Henrique

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