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‘Lojistas precisam inovar para vencer a crise atual’, diz especialista em marketing

Lojistas não devem se abater com a crise vigente no país e precisam apostar em ideias inovadoras para conquistar clientes, segundo especialistas - foto: Arquivo EM TEMPO

Lojistas não devem se abater com a crise vigente no país e precisam apostar em ideias inovadoras para conquistar clientes, segundo especialistas – foto: Arquivo EM TEMPO

A ‘luz no fim do túnel’ para o comércio superar a crise é o trabalho com estratégias de inovação. A afirmação é do especialista em marketing de varejo e shopping center, Luiz Marinho, que esteve nesta sexta-feira  (3) em Manaus para dar palestra sobre o assunto.

Em um cenário onde a clientela está retraída, Marinho disse que estratégias de inovação e modelo de gestão podem levar os lojistas a se destacarem no momento de dificuldade. “Estamos diante de uma crise, mas se nós não temos uma atitude de enfrentamento não terá jeito de passar desse período turbulento. O gerente não pode ter uma visão para baixo e ser pessimista, pois passa para a equipe”, afirmou.

Marinho explicou que os lojistas precisam ‘seduzir’ o cliente para a compra de um produto, que talvez não seja necessário. Ele ressaltou que os empresários e vendedores não podem se apoiar em dificuldades usando-as como desculpa para não inovar. “A motivação é uma reação em cadeia que acontece com a atitude de enfrentamento à crise. Temos que ter uma liderança motivadora”, disse.

Segundo ele,  no atual cenário econômico do país a desmotivação é uma das principais causas da falta de inovação do comércio. “As pessoas se rendem a crise e não fazem diferente, pois esperam pelo consumidor e não fazem a sedução da venda. É a hora de experimentar”, argumentou.

Apesar das dificuldades vividas pelo comércio, o especialista em marketing advertiu que não se fazem perguntas difíceis em tempos fáceis, ou seja, é preciso experimentar novas soluções, além de compartilhar informações entre os lojistas para que cada um injete motivação na equipe do outro. “Dá para sobreviver, vender e fazer dinheiro. Nós já estivemos piores e sobrevivemos, porém, só o que temos a fazer é trabalhar mais”, observou.

Marinho explicou ainda que o vendedor deve passar confiança para o consumidor, ser um educador – orientando na hora da compra -, ter agilidade para entender o tempo do consumidor, ser autêntico e amigo do cliente. “Não estamos mais no momento em que a venda empurrada funciona. Hoje, o consumidor não quer simplesmente um produto, ele quer uma experiência, ser bem atendido, quer um simples sorriso, e se o consumidor não encontrar isso ele vai em outra loja. As pessoas querem a sensação de felicidade”, explicou o especialista.

Por Asafe  Augusto

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