Cultura

Literatura amazonense ganha divulgação na Bienal, em São Paulo

Organizador das antologias e editor-executivo do “Lendari”, o jornalista e escritor Mário Bentes comenta que a receptividade à presença desses títulos na Bienal tem sido positiva - foto: reprodução/Facebook

Organizador das antologias e editor-executivo do “Lendari”, o jornalista e escritor Mário Bentes comenta que a receptividade à presença desses títulos na Bienal tem sido positiva – foto: reprodução/Facebook

Pela primeira desde o seu lançamento, em 2014, o selo editorial “Lendari” está sendo divulgado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo cuja 24ª edição teve início no último dia 24 e vai até 4 de setembro, no Pavilhão do Anhembi.

Ao todo, cinco títulos do selo de literatura fantástica podem ser conferidos no estande amazonense: os lançamentos “Minhas conversas com o diabo: livro um”, de Mário Bentes; “A rainha de maio”, de Jan Santos; “Quase o fim”, de Leila Plácido; e as antologias “O último gargalo de Gaia: distopias, steampunk e dias finais” e “Quando a selva sussurra: contos amazônicos” – este o primeiro título do selo.

Organizador das antologias e editor-executivo do “Lendari”, o jornalista e escritor Mário Bentes comenta que a receptividade à presença desses títulos na Bienal tem sido positiva, de acordo com conversas com outros autores presentes no evento. “As pessoas ainda não conheciam a iniciativa e essa é a principal razão de estarmos aqui: apresentar o nicho literário que compõe o ‘Lendari’ e a própria marca”, destaca o editor.

Mário Bentes diz que, quem visita o estande do selo “Lendari” – que conta ainda com as presenças dos autores Leila Plácido, Jan Santos e Andrés Pascal, que assina o conto “O mistério dos corpos rasgados”, publicado em “Quando a selva sussurra” –, fica interessado em buscar mais informações a respeito. “Como a nossa linha editorial busca lançar novos autores, aparecem muitos interessados em saber quando haverá outras antologias e novos editais para os próximos títulos”.

De maneira geral, o jornalista observa que os cinco títulos amazonenses divulgados na Bienal têm chamado a atenção dos visitantes do estande, mas ele destaca o interesse por “A rainha de maio”, “Minhas conversas com o diabo” e “Quando a selva sussurra”. “Essa antologia chama a atenção por causa do seu conteúdo, de releituras de lendas da região amazônica. Por meio do intercâmbio cultural proporcionado pela Bienal, quem conhece de forma superficial a região, pode entrar em contato por meio dessas releituras”, conta.

Outro exemplo positivo desse intercâmbio cultural é o convite que Mário Bentes recebeu do editor da Empíreo um convite para participar da Feira Literária do Pará (FliPA) com o livro “Quando a selva sussurra”. “É um título que tem tudo a ver com esse evento”, aposta o jornalista.

Por Luiz Otávio Martins

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