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Leandro Chaves, o ‘Djalminha’ do Nacional

Aos 31 anos, Leandro Chaves tem passagem por clubes como Marília-SP, La Paz-BOL, América-RJ, Náutico-PE, Ituano-SP, Gama-DF, Ankaragücü-TUR, Ceará e Madureira-RJ - foto: Gazetapress

Aos 31 anos, Leandro Chaves tem passagem por clubes como Marília-SP, La Paz-BOL, América-RJ, Náutico-PE, Ituano-SP, Gama-DF, Ankaragücü-TUR, Ceará e Madureira-RJ – foto: Gazetapress

Ele chegou ao Nacional logo após a eliminação na Copa Verde, ainda no mês de abril, quando o Leão da Vila Municipal era comandado pelo técnico Heriberto da Cunha. Sem um meia de criação, Leandro Chaves foi contratado com a responsabilidade de assumir a 10 do time amazonense para o restante da temporada depois de ter tido uma boa participação no Campeonato Carioca vestindo a camisa do Madureira.

De cara, o armador mostrou personalidade e, mesmo com pouco tempo na equipe, entrou no time titular e participou dos dois jogos do Naça contra o Dom Bosco-MT pela primeira fase da Copa do Brasil. O resultado, porém, não foi o esperado e o Leão acabou eliminado da competição. Seria a primeira “derrota” do meia em apenas algumas semanas de clube.

Apesar do revés, um detalhe chamou a atenção na fisionomia de Leandro Chaves: a semelhança com o ex-jogador Djalminha, ídolo das torcidas de Flamengo, Palmeiras, Guarani, Deportivo La Coruña-ESP e com passagem pela seleção brasileira. Questionado sobre o assunto, o meia sorriu e disse que já chegou a ser confundido com ídolo em algumas oportunidades.

“As pessoas já brincaram comigo outras vezes sobre isso, até mesmo no futevôlei. Quando eu estou no Rio, vou ver o Djalminha jogar e outras pessoas, e, por incrível que pareça, um dia eu estava sentado assistindo, aí um cara foi e me chamou: ‘ô Djalma’. Fiquei na boa. Daí ele chamou de novo: ‘ô Djalma’. Eu olhei e o cara pediu desculpa, disse que era muito parecido. Depois ele brincou comigo, chamou o Djalminha, de quem ele era amigo. Já rolou o encontro, foi bacana”, disse o jogador.

Aos 31 anos, Leandro Chaves tem passagem por clubes como Marília-SP, La Paz-BOL, América-RJ, Náutico-PE, Ituano-SP, Gama-DF, Ankaragücü-TUR, Ceará e Madureira-RJ. Dono de boa visão de jogo e bom passe, o meia é um autêntico camisa 10, “esconde” a bola quando necessário e é capaz de deixar os atacantes na cara do gol. E, apesar de atuar na mesma posição que Djalminha, ele trata de afastar qualquer tipo de comparação em termos técnicos com o ex-jogador.

“O Djalminha é sem comentários. Um cara que fez história no futebol. Acredito que ele não teve uma passagem marcante pela seleção brasileira por conta da personalidade dele. Eu tive o prazer de jogar algumas peladas lá no Rio com ele. É um cara extraordinário, fora de série”, conta o armado.

Para o torcedor nacionalino, fica a esperança de ver Leandro Chaves livre das lesões – que o fizeram perder os dois primeiros jogos da Série D – e “orquestrando” o time leonino dentro de campo em busca do tão sonhado acesso à Série C.

Por André Tobias

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