Dia a dia

Laudo sobre suposto abuso de menino pela mãe deve sair em 30 dias, diz delegada

A novidade do caso é o suposto envolvimento da amante da jovem no caso, segundo a elegada Rita – foto: Josemar Anunes

A novidade do caso é o suposto envolvimento da amante da jovem no caso, segundo a elegada Rita – foto: Josemar Anunes

O laudo técnico que poderá comprovar, ou não, o caso de estupro envolvendo um menino de apenas 4 anos e sua mãe adolescente deve sair num prazo de 30 dias, informou na manhã desta quinta-feira (4) a titular da Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), Rita de Cássia Tenório.

Segundo ela, a avó materna da criança e outro familiar já foram ouvidos. O depoimento da mãe adolescente de 17 anos também seria tomado na manhã de hoje. A novidade do caso é o suposto envolvimento da amante da jovem, que não teve o nome revelado.

Elas estão vivendo juntas há cerca de seis meses e desde que começaram o relacionamento a criança passou a ser maltratada.

“Segundo a vó materna, quando a mãe morava com o pai da criança ela era bem tratada, porém, quando a mãe passou a morar com essa outra pessoa as coisas começaram a mudar, inclusive a vó estava tendo dificuldades para ver o neto”, relatou Rita Tenório.

Ela acrescentou que a avó desconfiou e resolveu ir até á casa da filha, onde percebeu que o menino apresentava muitos hematomas pelo corpo e que o pênis estava bastante inflamado. Elas então resolveram levá-lo ao hospital da criança, para que pudesse passar por um procedimento cirúrgico, mas, durante os exames, os médicos desconfiaram de um possível abuso sexual.

Com base na suspeita, entraram em contato com o conselho tutelar da área, que por sua vez levou o caso à polícia.

Caso sejam comprovadas as suspeitas, a mãe adolescente irá pelos atos infracionais de mus tratos e estupro de vulnerável.

A criança não está mais com a mãe e sim sob os cuidados da avó materna e também será ouvida, até está sexta-feira.

A delgada não confirmou a informação de que o abuso teria sido praticado com um vibrador. “Não há nenhuma informação desse tipo nos autos, apenas que teria sido abusada. Só quem puder comprovar qual o instrumento usado no abuso, ou não, é o laudo técnico, que deverá sair num prazo de 30 dias”.

Todas as informações que temos até agora são baseadas no que a própria criança fala para os tios e avós, por isso é importante que ela seja ouvida. “Por mais que seja para instruir os autos, a criança tem que ser ouvida, já que ela fala. Então, o mínimo de informação que ela tiver, já serve para instruir os autos”.

Entenda o caso
Após os exames preliminares na unidade médica onde a criança foi levada, levantou-se a hipótese de um suposto abuso, e o caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). No entanto, depois de as investigações apontarem que a mãe da criança seria a autora do ato, o caso foi transferido para a Deaai.

Por equipe EM TEMPO Online

1 Comment

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  1. heloiza helena pias

    4 de fevereiro de 2016 at 15:13

    não duvido mais nada, acho que está na hora de haver uma qualificação mais justa quando ha sepáração de casais, e atestar quem será o responsável pela educação dos filhos, guarda compartilhada seria a solução, onde tem madrasta e padastro, a coisa fica feia. Se houve esta infeliz\ deve perder a guarda desta criança para sempre, é mais uma infeliz fazendo a infelicidade dos outros.

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