Dia a dia

Lancha que saiu de Parintins superlotada naufraga no Rio Amazonas

De acordo com um dos passageiros, a lancha estava superlotada e a tripulação se aglomeravam nos corredores | Divulgação

Uma lancha de pequeno porte naufragou, no fim da tarde dessa segunda-feira (3), no Rio Amazonas, entre as cidades de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus) e Barreirinha (a 331 quilômetros). Ninguém ficou ferido.

De acordo com um dos tripulantes, o universitário Christyan Reis, de 23 anos, a lancha saiu de Parintins com superlotação. Ele contou à reportagem detalhes dos momentos de desespero que viveu.

“Todos pegaram os coletes e ficamos esperando a hora certa para sair da lancha. O piloto ainda tentou conduzir a embarcação até a margem do rio, mas não deu tempo e a parte de trás começou a afundar. Meu primo estava com o filho dele, um bebê de 1 ano. Também tinha outras crianças e idosos, foi uma sensação horrível”, contou o universitário.

Os passageiros da lancha foram socorridos por outra embarcação que passava pelo local | Divulgação

Segundo o tripulante, o naufrágio aconteceu em um local conhecido como “saída do piranha”, uma espécie de atalho de Parintins para Barreirinha. “Vi quando o funcionário correu e falou alguma coisa para o piloto, depois disso começou a entrar água pela parte de trás da lancha. As pessoas começaram a gritar, foi um desespero muito grande”, concluiu.

Os passageiros foram socorridos por outra lancha, que estava voltando de Barreirinha para Parintins.

Segundo a assessoria da Marinha, os militares foram comunicados sobre o acidente apenas na manhã desta terça-feira (4) e uma equipe de Inspeção Naval da Agência Fluvial de Parintins foi até o local verificar a situação.

Outro caso

Também nesta segunda-feira (3), a embarcação “Rei dos Reis”, que vinha do município de Parintins para Manaus, sofreu pane mecânica e ficou à deriva no rio Amazonas, perto do município de Urucurituba (a 208 quilômetros da capital). 70 pessoas estavam a bordo.

Mara Magalhães
EM TEMPO

 

 

 

1 Comment

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  1. Alberto

    4 de julho de 2017 at 12:55

    Agora é só dar uns cascalhos pra Marinha abrir processo e não punir ninguém…

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