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Kaká esquece Copa e diz querer ajudar e curtir seleção

Mais assediado entre os atletas que desembarcaram no hotel, o meio-campista mostrou felicidade com o chamado e falou em usar sua experiência para o grupo - foto: divulgação

Mais assediado entre os atletas que desembarcaram no hotel, o meio-campista mostrou felicidade com o chamado e falou em usar sua experiência para o grupo – foto: divulgação

Em 2018, ano da Copa do Mundo na Rússia, Kaká terá 36 anos. Em sua chegada ao hotel da seleção brasileira, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, no início da tarde desta segunda-feira (31), o jogador preferiu deixar de lado qualquer plano para o futuro distante e disse apenas que ainda tem muito para ajudar no ambiente do grupo.

Mais assediado entre os atletas que desembarcaram no hotel, o meio-campista mostrou felicidade com o chamado e falou em usar sua experiência para o grupo.

“Eu não faço planos para o futuro. Eu tenho muito para passar para o pessoal. No comportamento, na atitude. A gente pode passar no dia dia, nos treinamentos, na concentração, na conversa, no treino… Eu estou pensando nesses dois amistosos, depois nos quatro jogos das Eliminatórias e vou pensando por etapas”, disse o atleta.

“Não sei os planos do Dunga para o meu futuro porque ainda não conversei com ele. Estou aqui e estou disposto a ajudar e curtir muito. É muito bom estar aqui novamente”, completou.

O atleta do Orlando City ainda comemorou o fato de ver a seleção atuando em sua casa. Ele aponta que a presença de nomes como Neymar é importante para que a paixão pelo futebol siga crescendo.

“Gosto muito de ver a seleção aqui, é muito bom para nós. Tenho amigos aqui e é sempre bom ver a liga se desenvolvendo”, completou.

Lucas

Dunga também chegou nesta segunda-feira ao lado dos atletas convocados que atuam no Brasil, com exceção de Elias e Lucas Lima, que vão chegar à noite por terem atuado no próprio domingo pelo Brasileirão.

Pouco depois dele, chegaram ao hotel David Luiz e Marquinhos, que passaram sem falar com a imprensa, e Lucas, que falou rapidamente sobre a chance de voltar a seleção.

“Futebol é assim, nem sempre você é chamado. Futebol é coletivo e é importante o Paris Saint-Germain estar bem para eu seguir convocado”, afirmou. “A seleção está em um momento difícil, mas vamos trabalhar para melhorar”, completou.

O Brasil faz seu primeiro treino por volta das 18h (de Brasília), no Centro de Treinamento do Red Bull, time que também é dono do estádio do primeiro amistoso contra a Costa Rica, no dia 5.

No dia 8, o Brasil volta a jogar contra os Estados Unidos, dessa vez, em Boston. Os dois jogos são os primeiros do time de Dunga após a eliminação na Copa América e os únicos de preparação antes do início das Eliminatórias da Copa do Mundo.

Por Folhapress

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