Política

Justiça amazonense abre as portas para sociedade

Presidente do TJAM, desembargadora Graça Figueiredo quer “portas abertas do Tribunal de Justiça para ouvir a sociedade” – foto: Raimundo Valentim

Presidente do TJAM, desembargadora Graça Figueiredo quer “portas abertas do Tribunal de Justiça para ouvir a sociedade” – foto: Raimundo Valentim

Com a participação de magistrados e servidores, o Planejamento Estratégico do Judiciário amazonense para os próximos seis anos começou a ser elaborado na semana passada. Sob determinação da presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargadora Graça Figueiredo, será construído um conjunto de indicadores, objetivos, metas e projetos para serem alcançados e desenvolvidos entre 2015 e 2020.

O plano contribuirá para o alcance das metas nacionais e das recomendações que virão nos próximos anos.

A elaboração do questionário tem como guia as discussões e deliberações obtidas pela Rede Nacional de Governança Colaborativa do Judiciário, além das determinações contidas na Resolução nº 198/2014 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre o Planejamento e a Gestão Estratégica.

“Estamos abrindo as portas do tribunal para ouvir a sociedade. Esse é o momento para a população se manifestar e contribuir para o nosso planejamento estratégico. Com essa pesquisa, vamos poder ver como o público enxerga o tribunal. Por isso, a participação de todos é fundamental”, ressaltou a presidente do TJAM.

Relação com o povo

O formulário começa questionando qual a relação do entrevistado com o TJAM. Em seguida, aborda temas como a Imagem Institucional do Tribunal; a Infraestrutura e Relacionamento oferecidos; as Políticas Institucionais do Poder Judiciário; e termina pedindo que sejam elencadas três características que precisam ser melhoradas.

Segundo a resolução do CNJ, todos os Estados precisam traçar o planejamento a partir do mote “Realizar Justiça”. Entre os macrodesafios para todos os segmentos do Judiciário estão o “Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa”, “Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional” e o “Aperfeiçoamento na Gestão de Custos”.

Já os macrodesafios estaduais foram apontados pelo CNJ como a “Adoção de Soluções Alternativas de Conflitos”, “Gestão das Demandas Repetitivas e dos Grandes Litigantes” e o “Aprimoramento da Gestão da Justiça Criminal”.

Com informações da assessoria de comunicação

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