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Julgamento de Marcelaine Schumann acontece nesta quarta, com uniforme de presídio

Marcelaine Schumann havia pedido para naão usar o uniforme amarelo do CDP – foto: divulgação

Marcelaine Schumann havia pedido para naão usar o uniforme amarelo do CDP – foto: divulgação

Suspeita de mandar matar a estudante de direito Denise Almeida da Silva, 35, a empresária Marcelaine Santos Schumann será julgada nesta quarta-feira (1º) pelo 3º Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, do Fórum Ministro Henoch Reis.

Diferentemente do que havia solicitado à Justiça no último dia 21, ela usará o uniforme amarelo do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) e não as próprias roupas.
Documento constante no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam) aponta que as advogadas de defesa solicitaram a exclusão a pedido da própria detenta, porém não foi dada uma justificativa. No pedido anterior, foi argumentado que o uso da farda por Marcelaine poderia influenciar os jurados.

Segundo divulgado nesta terça-feira pelo Tejam, cinco réus foram pronunciados: Marcelaine Santos Schumann, como autora intelectual (mandante); Rafael Leal dos Santos, como autor material (executor); Charles Mac Donald Lopes Castelo Branco, Karen Arevalo Marques e Edney Costa Gomes, na qualidade de partícipes, nas penas do artigo 121, § 2º, I (homicídio qualificado, mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe) e artigo 14, II (tentativa, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente), do Código Penal Brasileiro, praticado contra a vítima Denise Almeida da Silva.

A tentativa de homicídio ocorreu em novembro de 2014, no Centro de Manaus. Segundo a denúncia do Ministério Público, Marcelaine é acusada de planejar a morte da rival Denise Almeida da Silva em um triângulo amoroso, baleada quando saía de uma academia. As duas seriam amantes do mesmo homem, um empresário de Manaus. Os réus estão presos e até o momento nenhum confessou o crime.

A sessão pode terminar no mesmo dia, mas providências para transporte e hospedagem foram tomadas para o caso de o julgamento durar dois dias. Primeiramente vão ser ouvidas a vítima e as testemunhas (14); depois há o interrogatório dos acusados e segue-se com os debates, previstos para começar à noite. A sessão é pública, mas não poderão ser feitas imagens dos jurados ou publicar seus nomes.

Por equipe EM TEMPO Online

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