Dia a dia

Ipaam aplica R$ 296 mil em multas por crimes ambientais em Jutaí

A prefeitura também foi notificada a iniciar a adequação da lixeira, sob pena de reincidência - foto divulgação

A prefeitura também foi notificada a iniciar a adequação da lixeira, sob pena de reincidência – foto divulgação

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 296 mil em multas durante a ação de fiscalização denominada ‘Operação Jutaí’, ocorrida entre os dias 25 e 30 de setembro. Na ocasião, diversas irregularidades e crimes ambientais foram flagrados no município de Jutaí. A prefeitura municipal recebeu multa de R$ 100 mil por manter uma lixeira pública perto de corpo d’água.

A gestão do município também não possui qualquer licença ambiental no órgão. A prefeitura também foi notificada a iniciar a adequação da lixeira, sob pena de reincidência.

Entre as infrações foram encontrados casos de desmatamento, apreensão ilegal de animais silvestres, uma lixeira pública irregular, além de olarias e postos de combustíveis operando com licenças ambientais vencidas no Ipaam.

Duas pessoas foram multadas em R$ 120 mil por supressão de 24 hectares de vegetação primária/ secundária sem autorização dos órgãos ambientais competentes. Outra pessoa foi multada em R$ 20 mil por iniciar a derrubada de arvores também sem autorização das esferas ambientais competentes.

A apreensão de uma motosserra sem registro/licença gerou multa de R$ 1 mil a outro responsável. O dono de uma embarcação foi multado em R$ 55 mil pela apreensão de onze quelônios que, posteriormente, foram soltos na natureza.

Mais cinco postos de combustíveis irregulares de Jutaí foram notificados a legalizarem sua atividade em um prazo de 30 dias, sob pena de embargo dos estabelecimentos e autuações posteriores pelo não cumprimento da solicitação e ilegalidade da atividade.

A equipe de fiscalização também visitou dias indústrias oleiras, sendo uma delas vistoriada para fins de renovação da licença de operação. Os infratores podem recorrer da aplicação das multas, mas são obrigados a repararem o dano ambiental causado.

Com informações da assessoria

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir