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Invasores da ‘Cidade das Luzes’ voltam a protestar em frente à sede do governo

O grupo reivindica a legalização e urbanização da área - foto: Josemar Antunes

O grupo reivindica a legalização e urbanização da área – foto: Josemar Antunes

Um grupo de aproximadamente 400 moradores da invasão conhecida como ‘Cidade das Luzes’, no ramal Anaconda, bairro Tarumã, Zona Oeste, voltou a protestar, na manhã desta terça-feira (27), em frente à sede do governo do Estado, na Compensa, mesma zona.

Eles cobram do governador José Melo a urbanização da área, como asfaltamento de ruas e os serviços de água e energia elétrica.

A maioria dos manifestantes passou a noite na frente da sede do governo, onde está acampada desde o início da manhã de ontem. Com cartazes, apitos e panelas, nesta manhã, eles fazem uma espécie de panelaço visando chamar a atenção do governador. Entre os manifestantes estão crianças e idosos. A perspectiva dos organizadores do protesto, porém, é que o número de manifestantes ultrapasse a casa de mil.

“Durante a campanha, o governador disse que ninguém seria retirado de lá. Agora ele diz que é com a Justiça. São seis mil famílias morando nessa área, queremos que ele dê atenção aos nossos problemas”, reclamou o pedreiro Fábio Thuri, 35.

Por conta do protesto, parte da via foi bloqueada e há retenção no trânsito. Apenas a faixa da esquerda, no sentido bairro/centro, está liberada para o fluxo de veículos.

Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) estão na área para tentar amenizar os transtornos para os motoristas que precisam trafegar pela avenida.

Alguns homens do Comando de Policiamento Especializado (CPE) da capital também estão na área.

A invasão Cidade das Luzes seria financiada pelo tráfico de drogas e por isso foi alvo, no dia 7 deste mês, da operação ‘Blkackout’, realizada pelas polícias Civil e Militar para o combate à criminalidade.

Por equipe EM TEMPO Online
Colaborou Josemar Antunes

*Texto atualizado às 9h47 para inserção de mais informações

2 Comments

2 Comments

  1. sandro

    1 de novembro de 2015 at 11:40

    Financiada? Como assim ninguém me falou nada e vejo muitos trabalhando noite ou durante o dia pra ter um teto…ali tbm tem gente do bem ,e assim como em todos a bairros tem seus problemas

  2. Marcelo

    27 de outubro de 2015 at 10:46

    Editor. Seja verdadeiro em seu texto. Q matéria sem fundamento. Eu heim

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