Dia a dia

Indígenas ocupam parte da Djalma Batista reivindicando a permanência da diretora no DSEI Manaus

O principal temor dos manifestantes é que, caso Adaciline seja substituída, todo o trabalho iniciado por ela junto aos indígenas no Amazonas, seja perdido - foto: divulgação

O principal temor dos manifestantes é que, caso Adaciline seja substituída, todo o trabalho iniciado por ela junto aos indígenas no Amazonas, seja perdido – foto: divulgação

Lideranças indígenas, caciques, profissionais dos polos bases e representantes do Sindicato dos Profissionais de Saúde Indígena do Amazonas realizaram nesta sexta-feira (30), uma manifestação, na avenida Djalma Batista, na Zona Centro-Sul de Manaus, pedindo a permanência da atual gestora do Distrito Sanitário Especial de Manaus (DSEI Manaus), Adaciline Magalhães Rodrigues, na função.

Durante o protesto, os manifestantes chegaram a fechar uma das ‘mãos’, entre dois shoppings da cidade, no sentido Centro-Bairro.

O principal temor dos manifestantes é que, caso Adaciline seja substituída, todo o trabalho iniciado por ela junto aos indígenas no Amazonas, seja perdido.  A atual gestora é servidora de carreira do Ministério da Saúde no Amazonas há 30 anos, dos quais 5 anos passou à frente do DSEI.

De acordo com o enfermeiro Michel Valentino de Sá, o ato é uma prevenção, uma vez que o Ministério da Saúde mudou a direção da Secretaria Especial de Saúde Indígena, que por sua vez começou a substituir os dirigentes dos DSEI em todo o país.

No Amazonas existem sete distritos de saúde indígenas, sendo que a unidade de Manaus abrange 19 municípios, entre eles além da capital, Itacoatiara, Iranduba, Manacapuru, Novo Airão, Autazes, Borba, Careiro Castanho, Silves, Manaquiri e Novo Aripuanã. No total são 26 mil indígenas alcançados pelo DSEI Manaus.

Por equipe EM TEMPO online

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