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Festival de ópera une estudantes e profissionais

As bailarinas estudantes foram selecionadas em audição específica para tal, na semana passada – foto: divulgação

 

Cinco bailarinas que integram o núcleo de formação do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro (Laocs) participam pela primeira vez de um espetáculo do Festival Amazonas de Ópera (FAO), que chega à 17ª edição. Na montagem de “As aventuras da raposa astuta”, do compositor tcheco Leos Janácek, as jovens artistas contracenam com profissionais do Corpo de Dança do Amazonas (CDA). A estreia do espetáculo infantil está marcada para o dia 28 de abril, no Teatro Amazonas.

As bailarinas estudantes foram selecionadas em audição específica para tal, na semana passada. A escolha das participantes ficou sob a responsabilidade da diretora do CDA, Monique Andrade, e o primeiro contato com a equipe profissional aconteceu no último sábado. Os ensaios para o espetáculo passam a ser intensificados, portanto, esta semana todos os dias pela parte da tarde, no próprio Teatro Amazonas.

“Quando fui à audição, percebi que o nível de estudos no Laocs está no caminho certo. A princípio, todas – entre as quase 20 presentes – estavam equiparadas. Meus critérios foram em termos físicos, no sentido de encontrar um perfil para a personagem que se queria, que são as abelhas. Então, elas não poderiam ser necessariamente muito altas ou muito baixas, mas de altura mediana. Além disso, houve ponderação acerca da agilidade corporal e capacidade técnica nas pontas, além da graciosidade também”, explica Andrade.

Com apenas 14 anos de idade, Kessy Nascimento Cavalcante se diz feliz com a seleção. “Fiquei surpresa com o resultado e me senti lisonjeada. Essa é uma oportunidade muito importante, que só vai engrandecer nossos conhecimentos na dança. No primeiro ensaio, fiquei um pouco nervosa, mas logo passou. A diferença maior entre os ensaios no Laocs e para o festival é o nível de seriedade que envolve a todos, além do tipo de música que se trabalha, também”, explica a estudante do 9º ano do ensino fundamental, que há 9 anos faz parte do corpo discente do Laocs e cultiva amor pelo balé e pela arquitetura.

A diretora do CDA afirma que as estudantes do Laocs compõem o quadro dos bichos da floresta, quando estão aproximadamente 20 bailarinos em cena. “Sempre tem uma apreensão, por ser a primeira vez que se apresentam assim, mas dentro do meu estudo, são meninas que ao longo do tempo já estão sendo trabalhadas para isso. Estão me surpreendendo na rapidez com a qual assimilam a cena. Basta explicar uma ou duas vezes e elas já sabem o que fazer”, enaltece.

Segundo o coordenador do núcleo de formação do Laocs, que também integra o CDA, Balduíno Leite, os trabalhos se estendem até o dia de estreia. “São meninas que tem entre 14 e 18 anos de idade. Elas estão há algum tempo no liceu e, agora, passam a ter uma experiência inovadora, que esperamos tornar ainda mais frequente, uma vez que temos esse compromisso de realizar um trabalho que envolva os aspectos técnico e artístico no curso”, afirma.

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