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Incêndio consome depósito na avenida Brasil e trânsito fica complicado na área

O Corpo de Bombeiros trabalhando no rescaldo das chamas - foto: divulgação/Bombeiros

O Corpo de Bombeiros trabalhando no rescaldo das chamas – fotos: divulgação/Bombeiros

Um incêndio destruiu, no início da manhã desta quinta-feira (16), um imóvel que funcionava como depósito na avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus. O fato aconteceu cerca de 200 metros após a sede do governo e o trânsito ficou bastante complicado no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 6h, por um morador da área e seis minutos depois a equipe chegou para atender a ocorrência. Foram necessários cinco mil litros de água para conter as chamas.

Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) interditaram parte da via no sentido centro e fizeram um desvio para o escoamento do tráfego.

Os motoristas que vinham da Ponta Negra pela avenida Brasil tinham de fazer o retorno pela rua Belo Horizonte, onde o semáforo foi desligado, e entrar pelo conjunto Aruanã para tentar sair da área. Desse trecho a até à feira da Compensa, o trânsito foi totalmente interditado. A Polícia Militar também auxiliou o trabalho dos agentes.

O imóvel misto (madeira e alvenaria), de pequeno porte, funcionava como depósito de uma oficina de motos.

O mecânico e pintor de automóveis Francisco Antônio Brito de Souza, 39, inquilino do local, disse que foi informado do sinistro por volta das 7h, por um amigo que passou em frente no momento em que o fogo consumia o lugar.

Dois compressores, latas de tinta, peças de veículos e também cinco motocicletas estavam no estabelecimento, e foram todos consumidos pelas chamas. O proprietário avaliou em aproximadamente R$ 15 mil o prejuízo com o material perdido.

Brito informou também que o local estava com a energia elétrica cortada, e que usuários de drogas costumavam se agrupar para consumir entorpecentes em frente ao imóvel, sempre de madrugada.

“Por várias vezes, eu solicitei que se retirassem da frente do meu depósito. Tinha receio que arrombassem e me roubassem. Acredito que eles (os usuários) tenham ateado fogo propositadamente ”, comentou Brito, inconformado com a morte de seu cachorro de dois anos, o ‘Salsicha’, que estava dentro do imóvel e foi carbonizado.

Pedro Nunes, 40, morador dos fundos do local incendiado, falou que despertou com o cheiro da fumaça. “Abri a janela e vi que o imóvel estava em chamas, comecei jogar água pela janela, enquanto minha esposa comunicou os bombeiros”, relatou.

Por Yndira Assayag e Conceição Melquíades

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