Dia a dia

IML vai liberar corpos da chacina do Compaj na tarde desta terça

Familiares estão há mais de 24 horas esperando a liberação dos corpos no IML – foto: Janailton Falcão

Será iniciada na tarde desta terça-feira (3), a liberação dos corpos das vítimas da chacina do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). A informação foi confirmada pelo titular da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), Sérgio Fontes

“A liberação vai seguir a ordem das identificações. A Seas [Secretaria Estadual de Assistência Social] já foi chamada para dar apoio às famílias, o SOS funeral também”, falou Fontes.

O secretário ainda falou que vários policiais que estariam de folga, desde domingo – o dia da chacina –, estão sendo convocados para atuarem no patrulhamento da cidade. O Comitê de Gerenciamento de Crise do Sistema de Segurança Pública do Amazonas, informa que, dos 184 fugitivos, até as 14h desta terça-feira (3), 54 presos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e Compaj foram recapturados e encaminhados novamente para as unidades.

“Recebemos informações a todo instante e a equipe estão nas ruas para averiguar. Acredito que até o final de semana todos tenham sido recapturados e o sistema volte à normalidade”, disse o secretário, ressaltando ainda que a transferência de presos vinculados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, na avenida Sete de Setembro, foi a mais acertada para o momento.

“Não podemos deixá-los expostos a uma nova chacina”, explicou o secretário.

Início das identificações

A partir das 15h, pelo menos, sete corpos foram ‘montados’ pela equipe do IML e identificados pelos familiares que estão em frente do Instituto. A família das sete vítimas aguarda, agora, a liberação para o enterro. Confira a lista:

  1. Magaiver Vieira Rodrigues;
  2. Artur Gomes Peres Junior;
  3. Raijean Encarnação Medeiros;
  4. Dheik da Silva Castro;
  5. Francisco Pereira Pessoa Filho;
  6. Rafael Moreira da Silva;
  7. Errailson Ramos Miranda.

“Assim que os corpos dão entrada no IML, é feito uma assepsia. Coletamos a digital, dos que são possíveis, e enviamos para o setor de identificação. Eles são numerados para que haja a relação após a comparação com a identidade”, explicou Joe Braga, diretor em exercício do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), ressaltando que características físicas repassadas pela família também ajudam na identificação.

Portal EM TEMPO

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