Dia a dia

Identificado corpo de homem encontrado em lago no bairro da Glória, Zona Oeste

Segundo laudos do IML, o rapaz morreu por afogamento, mas tinha sinais de tortura. - foto: Henderson Martins

Segundo laudos do IML, o rapaz morreu por afogamento, mas tinha sinais de tortura. – foto: Henderson Martins

Foi identificado na manhã desta quarta-feira (10) o corpo do homem que foi encontrado em lago atrás de uma empresa transportadora de óleo, localizado no bairro da Glória, Zona Oeste da capital. O Instituto Médico Legal (IML) informou que o cadáver era do morador de rua, Denner Farias, 18, natural do Pará.

Segundo laudos do IML, o rapaz morreu por afogamento, mas tinha sinais de tortura. Segunda a amiga que fez o reconhecimento do corpo, e não quis ter o nome divulgado, o rapaz sempre ia até sua residência pedir alimentos.

De acordo com informações de populares, Denner era usuário de drogas e dormia sempre na rua da Glória, no bairro de mesmo nome. Vizinhos da vítima também relataram que o rapaz praticava pequenos assaltos naquela localidade para manter o vício.

Um amigo do rapaz, que não quis ser identificado, disse que ele já tinha sido ameaçado de morte por várias pessoas, pela prática dos assaltos e também por dever os traficantes.

“A ultima vez que vi ele, foi no sábado (6) quando dois homens que não eram moram aqui no bairro, chegaram e o chamaram para usar drogas. Eles vieram á pé foram todos juntos para o bairro Presidente Vargas, desde lá não tivemos mais noticias dele”, disse o amigo.

A polícia suspeita que a morte de Denner possa ter sido por acerto de contas motivado pelo tráfico de drogas, devido às características do assassinato. Os homens que acompanhavam o rapaz, não foram identificados até o momento.

Foto: Reprodução/Facebook

Foto: Reprodução/Facebook

O corpo de Denner foi encontrado em estado avançado de putrefação com as mãos amarradas para trás e um saco enrolado no pescoço, por um funcionário da empresa, no momento que ele fazia uma atração de barco.

O caso vai ser investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Por Henderson Martins (especial EM TEMPO Online)

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