Dia a dia

Homens armados invadem e assaltam galpão de sucatas, no bairro Jorge Teixeira

Localizada na avenida Sumaré, na comunidade Val Paraíso, a propriedade invadida na tarde de terça- feira (23), por dois homens que aparentavam ter conhecimento da rotina do proprietário da casa – fotos: Conceição Melquíades

Localizada na avenida Sumaré, na comunidade Val Paraíso, a propriedade invadida na tarde de terça- feira (23), por dois homens que aparentavam ter conhecimento da rotina do proprietário da casa – fotos: Conceição Melquíades

O vendedor de sucatas Francisco Ribeiro Xavier, 50, teve sua propriedade invadida por dois homens armados com pistolas, na tarde de terça- feira (23), na avenida Sumaré, comunidade Val Paraíso, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste.

Os bandidos, que estavam em uma motocicleta, de modelo e placa não identificados, renderam as pessoas na casa e levaram R$ 16 mil, além de três celulares.

De acordo com a esposa da vítima, a dona de casa Ziza Guedes Gonçalves, 50, os homens abriram o portão e já chegaram apontado a arma para a cabeça de Klivia Gonçalves, 25, filha do casal. Ela estava sentada próximo a uma mesa, onde havia  R$ 1.000, em uma gaveta.

Os homens exigiram o dinheiro, demonstrando ter conhecimento que Francisco possuía mais um montante em seu poder. Sem alternativa, o sucateiro entregou os R$ 15 mil que havia guardado em seu roupeiro, no quarto do casal.

Chutes e coronhadas

Mesmo de posse dos valores, os ladrões não se contentavam e bateram bastante em Xavier que ficou atordoado com os chutes, pontapés e coronhadas que levou na cabeça.

Após revirarem todo o guarda-roupa da família e atormentarem os moradores da casa, os dois seguiram levando toda a renda de Xavier.

No momento do crime, todos os membros da família, inclusive as três crianças menores de quatro anos e um bebê de dois meses, netos do vendedor, presenciaram a ação.

O caso foi registrado no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Xavier foi levado ao Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo, na Zona Leste, para fazer os curativos.

Por Conceição Melquíades ( EM TEMPO Online)

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