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Homem é preso por estelionato; suspeito cobrava por falsas vagas de emprego no Distrito Industrial

Muitas vítimas chegaram a ir até a empresa de eletroeletrônicos onde Jander supostamente conseguiria os empregos - foto divulgação

Muitas vítimas chegaram a ir até a empresa de eletroeletrônicos onde Jander supostamente conseguiria os empregos – foto divulgação

Jander Koide Palheta, 24, foi preso nesta sexta-feira (7) após ser denunciado por estelionato. Segundo o delegado Paulo Benelli, do 10° Distrito Integrado de Polícia (DIP), o homem cobrava para supostamente conseguir vagas de emprego no Distrito Industrial. Após receber a quantia exigida, o suspeito desapareceu com o dinheiro dos denunciantes.

De acordo como delegado, a prisão ocorreu na casa onde ele morava, situada na Rua Boa Esperança, bairro Vila da Prata, zona Oeste da capital. Jander foi interceptado pela equipe de investigação do 10° DIP após um grupo formado por dez pessoas procurar a polícia para denunciar o golpe

“Durante dois dias de investigações descobrimos o endereço dele e nos deslocamos até o imóvel. Após encontrarmos o infrator nós o conduzimos à delegacia para prestar esclarecimentos. Na residência dele encontramos cerca de 40 currículos. Em depoimento ele confessou a prática criminosa e argumentou que aplicava os golpes porque estava passando por necessidades”, disse o delegado.

Jander se passava por amigo de uma suposta funcionária de uma empresa de grande porte do Distrito Industrial. Respaldado pelo ‘benefício’, ele oferecia empregos mediante pagamento adiantado de valores que chegavam até R$ 600, dependendo da função desejada.

“As vítimas pagaram cerca de R$ 2,5 mil ao infrator e, no momento em que exigiram um posicionamento sobre o prazo em que deveriam assumir os cargos, então o infrator argumentava que entraria em contato e desaparecia. Ele também não atendia mais às ligações dessas pessoas”, explicou.

Benelli ressaltou que muitas vítimas chegaram a ir até a empresa de eletroeletrônicos onde Jander supostamente conseguiria os empregos. No lugar descobriram que ele não fazia parte do quadro de funcionários e que Fernanda seria uma pessoa fictícia, criada por Jander para aplicar os golpes.

Com informações da assessoria

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