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Guerra contra Aedes aegypti prevê fiscalização e autuações, diz governador

As ações de fiscalização contra o mosquito são feiras com a ajuda do exercito - foto: Diego Janatã

As ações de fiscalização contra o mosquito são feiras com a ajuda do exercito – foto: Diego Janatã

A partir de hoje, proprietários de casas e terrenos abandonados que não se unirem na luta contra ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, serão penalizados, segundo afirmou o governador José Melo, durante a abertura do Dia Nacional de Mobilização para o combate do mosquito, ocorrido na manhã de ontem (13), em Manaus, com a presença do prefeito Arthur Neto e do ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini.

José Melo disse ainda que é preciso utilizar todos os instrumentos necessários nesta guerra contra o mosquito, e uma delas, talvez a mais eficaz para os omissos no combate, é a autuação. “Vamos agir sobre todos os aspectos. Aos que insistem em não participar da campanha, deixando de cumprir com seu papel, de limpar seu terreno, sua casa, eliminando qualquer possibilidade de foco do mosquito, com certeza caberá a multa na segunda fase da ação, que inicia após esse processo de conscientização”, salientou.

Na ocasião, o ministro Ricardo Berzoini acrescentou que outro método que será usado para combater o Aedes aegypti será a entrada das Forças Armadas nesses locais que se encontram atualmente abandonados. “Hoje é um dia de mobilização, não pode ser encarado como um dia isolado. A presidente Dilma (Rousseff) decretou uma medida provisória que permite, de maneira criteriosa, em situação de casas fechadas ou abandonadas, com a presença de testemunhas, o ingresso dos agentes de saúde e das Forças Armadas nesses locais para verificar se existe o foco. A ação de 99% da sociedade pode ser colocada em risco por 1% que se omite em combater o mosquito. Portanto, é necessária essa fiscalização intensa”, disse.

O ministro lembrou que “não faltarão recursos para as ações de combate ao transmissor das três doenças”. Ele ressaltou que, se necessário, serão remanejados orçamentos de outras áreas de políticas públicas para assegurar as ações. “A presidente garante que verbas serão repassadas para garantir o trabalho seguir de forma consistente”.

Por Gerson Freitas

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