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Grupo quer a saída da diretoria dos Rodoviários

 

Na última quarta-feira, grupo realizou um protesto nas imediações do Terminal da Matriz, no Centro, o que causou transtorno aos motoristas que circulavam pelo local- Foto: Cecília Siqueira

Na última quarta-feira, grupo realizou um protesto nas imediações do Terminal da Matriz, no Centro, o que causou transtorno aos motoristas que circulavam pelo local- Foto: Cecília Siqueira

Depois de realizarem uma paralisação na última quarta-feira, um grupo de rodoviários, que não tem nenhuma ligação com a atual administração do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM), afirmou que o movimento foi a única forma de chamar atenção da opinião pública e das autoridades para enfraquecer o poder da família Oliveira no sindicato, onde atuam  há  aproximadamente 10 anos.

O grupo pede a saída da diretoria do STTRM, além de cobrar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a prestação de contas do tempo de administração em que a  família Oliveira está à frente do sindicato. Eles ainda denunciam que, durante esse período, houve movimentação de R$ 60 milhões, inclusive de verba federal.

Conforme os rodoviários dissidentes, as paralisações realizadas pelo sindicato são irregulares e a população é penalizada por detalhes políticos ou pela chamada manobra politica. De acordo com eles, tal manobra  viabilizou a ida de um dos integrantes da família Olivieria, o Jaildo dos Rodoviários (PRP), para a Câmara Municipal de Manaus (CMM). Há pouco mais de dois meses ele foi empossado como vereador, já que era suplente do vereador Gilmar Nascimento (PDT). Em seu discurso de posse, Jaildo disse que iria levantar a bandeira da categoria.

Os opositores da atual diretoria do STTRM afirmam ainda que foi tanta promessa não cumprida, que perderam as contas. Uma delas foi a construção de um balneário que não saiu nesses quase 10 anos que os irmãos Oliveira estão no poder.

O grupo formado por mais de 12 funcionários de diversas empresas que atuam no sistema de transporte coletivo da cidade já formalizou duas ações judiciais, contra a atual gestão so STTRM, exigindo a prestação de contas da entidade e onde foi aplicada a verba federal destinada para o sindicato durante esses 10 anos.]

Por Mairkon Castro

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