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Grupo faz ato contra Lei da Terceirização em Manaus; Cunha não fala com manifestantes

Conforme o Sintracomec-AM, os profissionais da construção  civil foram os mais prejudicados com a terceirização dos trabalhadores - foto: divulgação

Conforme o Sintracomec-AM, os profissionais da construção civil foram os mais prejudicados com a terceirização dos trabalhadores – foto: divulgação

Operários da construção civil realizaram uma manifestação de repúdio na manhã desta sexta-feira (7), em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), localizado na avenida Coronel Teixeira, Ponta Negra, Zona Oeste, aproveitando a vinda  do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Manaus. Cunha é autor do projeto de lei que trata da regulamentação do trabalho terceirizado no Brasil.

Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e Montagem do Estado do Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio, os profissionais da construção foram os mais prejudicados com a terceirização dos trabalhadores.

Ainda conforme Custódio, cerca de 250 profissionais compareceram ao ato para manifestar o  repúdio contra o Projeto de Lei n° 4330/04, de autoria do senador , que “desvaloriza o funcionário e agride em seus direitos”.

O sindicalista enfatizou que  fizeram de tudo para chamar a atenção de Cunha, inclusive fechar a avenida, na esperança de serem recebidos pelo peemedebista, que entrou escoltado pela avenida principal e saiu pelos fundos do CMA.

O protesto durou cerca de 1 hora e meia. Revoltados, os trabalhadores se dispersaram assim que perceberam que o evento em que Cunha havia participado no CMA havia sido concluído.

Por Conceição Melquíades

 

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