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Grupo é detido em retirada de invasão no Viver Melhor 3

Um grupo invasores foi detido n no Conjunto Viver Melhor 3, no bairro Santa Etelvina - foto: Divulgação

Um grupo invasores foi detido n no Conjunto Viver Melhor 3, no bairro Santa Etelvina – foto: Divulgação

Um grupo de 15 invasores foi detido na manhã desta terça-feira (23) no Conjunto Viver Melhor 3, no bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus. O fato aconteceu durante a retirada de barracos em um foco de invasão situado na área verde, que ainda não foi inaugurada, da localidade. A ação resultou também na apreensão de três motocicletas.

Os detidos foram levados para a Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), no Parque Dez, Zona Centro-Sul.

No local, foram retirados do local 110 barracos, dos 150 existentes, além de dezenas de armações e piquetes. Todos os barracos estavam desabitados. Havia na área diversos focos de queimada, além de cacimbas d’água e buracos utilizados como fossas. Esta é a terceira retirada realizada este ano no local.

As motocicletas, que estavam sendo utilizadas para fazer o transporte de invasores, foram apreendidas por estarem em situação irregular (documentação atrasada) e os condutores sem Carteira Nacional de Habilitação.

Além da área verde do Viver Melhor 3, a invasão atingiu também a área de preservação permanente (APP) de uma nascente. De acordo com a fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), a invasão teve início em um terreno particular existente nas proximidades e se estendeu para as áreas públicas. O local vem sendo monitorado pelos órgãos de forma integrada. Com esse caso, sobe para 21 o número de retiradas de invasão realizadas este ano, em ações conjuntas promovidas pelo Grupo Integrado de Prevenção às Invasões em Áreas Públicas (Gipiap).

De acordo com o delegado titular da Dema, Marcos Paulo Graciano, o grupo detido irá responder na Justiça por construção em solo não edificável, crime previsto na Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), com punição que pode variar de seis meses a um ano de detenção. Segundo o delegado, todas as pessoas detidas, entre homens e mulheres, foram identificadas como líderes da ocupação durante a ação de retirada. O trabalho de demolição dos barracos e armações terá continuidade.

Com informações da Assessoria

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