Dia a dia

Grupo de trabalho atuará nas desapropriações do corredor do Mindu

Primeira reunião do grupo contou com a presença do prefeito Arthur Neto – foto: divulgação

Primeira reunião do grupo contou com a presença do prefeito Arthur Neto – foto: divulgação

A prefeitura de Manaus criará um grupo de trabalho para atuar em questões envolvendo as desapropriações das famílias que residem ao longo do Corredor Ecológico do Mindu. O grupo será formado por representantes das secretarias envolvidas no projeto e a primeira reunião já aconteceu nesta sexta-feira (15), na sede da prefeitura, bairro Compensa, Zona Oeste, onde foram tratadas estratégias de ação.

O projeto de revitalização foi assinado ainda em 2007, mas, a partir de investimentos de R$ 200 milhões, começou a ‘andar’ somente em 2010. Dados da prefeitura mostram que 39% das obras estão concluídas. O primeiro trecho, localizado na Zona Leste, foi entregue no dia 26 de março de 2013. A pista ganhou o nome de Nathan Lemos Xavier de Albuquerque.

A via tem extensão de, aproximadamente, de três quilômetros com 10,80 metros de largura, nos dois sentidos da pista, fazendo a ligação viária entre o Parque Linear 2 – que vai da rua João Câmara até a avenida Grande Circular e avenida das Torres.

Dentre os integrantes do grupo está o procurador feral do município, Marcos Cavalcanti, o secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Itamar de Oliveira Mar, e o diretor-presidente do Instituto de Planejamento Urbano de Manaus (Implurb), Roberto Moita. O representante da Caixa Econômica Federal, Marcelo Jung, também está integrado.

O procurador Marcos Cavalcanti explicou que o projeto de revitalização do corredor envolve várias fases e a integração das secretarias vai facilitar tanto na localização das famílias quanto no pagamento das indenizações. “Esse grupo se reunirá regularmente e juntos vamos ver se conseguirmos diminuir esses prazos dos processos de desapropriação, que muitas das vezes são complicados” disse.

As famílias serão indenizadas com recursos oriundos de uma operação de crédito no valor de R$ 101,1 milhões, operada pela Caixa Econômica Federal. Ao todo, três mil casas foram mapeadas para serem retiradas das margens do igarapé – no trecho que se estende do entroncamento da rua Itaeté com as avenidas Autaz Mirim e Brigadeiro Hilário Gurjão, bairro Jorge Teixeira, zona Leste, até a ponte que dá acesso a rua João Câmara, no bairro Novo Aleixo, Zona Norte.

De acordo com o prefeito Arthur Virgílio Neto, o projeto do Corredor Ecológico embeleza a cidade e traz mais organização. “Essas ações vão dar a Manaus características urbanas mais organizadas. É inadmissível que tenhamos pessoas ao longo dos igarapés. É um trabalho minucioso e que também deixa Manaus mais propícia a receber turistas e dar prazer aos moradores”, afirma.

Trânsito
Para o coordenador do projeto pela Caixa Econômica, Marcelo Jung, a conclusão permitirá que Manaus tenha um corredor viário de mobilidade que vai interligar a avenida Grande Circular com a avenida das Torres. “A Caixa tem preocupação em integrar obras e participar de empreendimentos que propiciem melhoria da condição de vida da população, do desenvolvimento urbano da cidade e fortalecimento de todo o seu entorno”, frisou.

Com informações da assessoria

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