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Gripe matou 18 pessoas em SP em 2016, diz prefeitura; 17 são por H1N1

A grande parte das pessoas que morreram, 14 casos, tinha outras doenças crônicas que agravaram o problema - foto: divulgação

A grande parte das pessoas que morreram, 14 casos, tinha outras doenças crônicas que agravaram o problema – foto: divulgação

A chegada antecipada do vírus da gripe matou 18 pessoas até agora na capital paulista. Desse total, 17 foram vitimadas pelo H1N1, aponta balanço divulgado nesta sexta-feira (8) pela Prefeitura de São Paulo.

A grande parte das pessoas que morreram, 14 casos, tinha outras doenças crônicas que agravaram o problema.

O número de casos de síndrome gripal grave, em 2016, já é maior do que todo o ano passado. São 992 casos contra 986.

Apesar dos números altos, não existe motivo algum para pânico, segundo Alexandre Padilha, secretário municipal de Saúde. “Não estamos vivendo e nem vamos viver uma pandemia como a de 2009”, disse Padilha.

A vacinação para crianças entre seis meses e menores de cinco anos, idosos e grávidas começa nos postos públicos na segunda-feira (11).

Corrida

O surto de gripe causou uma corrida nas últimas semanas a unidades de saúde públicas e particulares. Na rede privada, a vacina chega a custar R$ 200.

Na rede pública, a vacinação começa na segunda-feira para grupos de risco (crianças de até cinco anos, gestantes e idosos).

Perguntas e respostas

A vacina protege contra quais vírus?

A vacina dada na rede pública é a trivalente, contra as gripes A (H1N1), A (H3N2) e um tipo da B. Na rede privada também é oferecida a quadrivalente -que protege contra mais um tipo da B

Quem faz parte dos grupos de risco?

Crianças de 6 meses a 5 anos, idosos, profissionais da saúde, grávidas, puérperas, presidiários, funcionários do sistema prisional, indígenas e portadores de doenças crônicas ou com condições clínicas especiais (respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas, neurológicas, imunológicas, diabéticos, obesos e transplantados)

Mesmo se eu estiver fora dos grupos de risco, preciso tomar a vacina?

O ideal é que todos tomem a vacina, mas, se não houver nenhum fator de risco, não é necessário enfrentar as longas filas que estão lotando clínicas e hospitais atualmente. A pessoa pode esperar a situação se tranquilizar ou aguardar o início da campanha nacional e então fazer a vacinação.

Por Folhapress

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