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Greve: Procon-AM dá prazo de 10 dias para bancos fazerem contrapropostas

A ideia  é minimizar os reflexos ocasionados pela greve dos bancários iniciada no dia 6 de outubro - foto: divulgação

A ideia é minimizar os reflexos ocasionados pela greve dos bancários iniciada no dia 6 de outubro – foto: divulgação

Representantes das instituições bancárias que atuam no Amazonas participaram na manhã desta quarta-feira (21), de uma reunião na sede da Secretaria Executiva de Proteção e Orientação ao Consumidor (Procon-AM) para discutir propostas de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), na tentativa de minimizar os reflexos ocasionados pela greve dos bancários iniciada no dia 6 de outubro.

Além das superintendências dos bancos, também estiveram presentes à reunião representantes dos Ministérios Públicos Estadual e Federal e do Sindicato dos Bancários do Amazonas.

A secretária executiva do Procon-AM, Rosely Fernandes, citou dois exemplos de transtornos ocasionados pela greve ao consumidor: a ausência de cédulas nas máquinas de auto atendimento e o fato de lotéricas e supermercados que só aceitam receber pagamentos em espécie. Ela conclamou os representantes de bancos a avaliarem as sete proposituras feitas pelo Procon-AM e a viabilidade de executá-las.

Os representantes das instituições bancárias pediram um prazo para encaminharem às sedes nacionais dos bancos os pontos apresentados pelo órgão de defesa do consumidor e retornarem com uma contraproposta. Também foi dada a sugestão de ser criado um canal mais estreito de comunicação entre os bancos e o Procon-AM com o intuito de dar mais celeridade à resolução de problemas envolvendo as instituições bancárias e os clientes.

Diálogo

Para o procurador federal da República no Amazonas, Rafael Rocha, a reunião foi bastante produtiva, pois todas as partes se mostraram abertas para o diálogo. “Houve divergências pontuais em relação a alguns termos da proposta, mas creio que devemos continuar investindo neste processo de negociação para em breve termos uma solução concreta em benefícios dos consumidores”, disse o procurador.

O procurador de Justiça do Ministério Público Estadual, Otávio Gomes, também sugeriu aos representantes dos bancos que fossem adotadas medidas para massificar informações junto aos meios de comunicação e também de uma forma personalizada para que os consumidores saibam como eles devem agir durante este período de greve.

A secretária executiva Rosely Fernandes afirmou que irá aguardar os dez dias dados às instituições bancárias para poder sentar novamente com elas e dar um retorno da viabilidade ou não da assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta.

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