Sem categoria

Greve da Ufam completa cem dias nesta terça

Durante o período em que se encontram em greve, docentes vêm realizando várias atividades – foto: divulgação

Durante o período em que se encontram em greve, docentes vêm realizando várias atividades – foto: divulgação

A greve dos professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) completa cem dias nesta terça-feira e pode se tornar uma das maiores paralisações das universidades públicas caso o governo federal não ofereça respostas efetivas às reivindicações da categoria.

Os docentes lutam em defesa do caráter público das instituições de ensino superior, autonomia universitária, melhores condições de trabalho, restruturação da carreira e equiparação salarial entre ativos e aposentados.

Para marcar a data simbólica de paralisação, a categoria promove uma série de atividades ao longo desta semana. Nesta terça, o Comando Local de Greve (CLG) se reúne na sede da Associação dos Docentes da Ufam (Adua) para avaliar o andamento das negociações do governo com os servidores públicos federais, entre eles os trabalhadores da educação. O encontro será às 15h.

Amanhã (23), Dia Nacional de Paralisação dos Servidores Públicos Federais, os docentes fazem panfletagem no Bosque da Resistência, na entrada do Campus, no Coroado, Zona Leste, às 7h, pedindo a reabertura das negociações.

Na ocasião ocorrerão atividades combinadas de radicalização nos Estados e manifestação em Brasília em parceria com movimentos sociais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e o movimento dos trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (SOS-Comperj), com o objetivo de ampliar a pressão junto ao governo contra os ataques aos trabalhadores.

Na quinta-feira, docentes participam de ato unificado que visa denunciar o desmonte das universidades públicas federais.

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir