Cultura

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro dá sete troféus a ‘Que Horas ela Volta?’

O filme sobre é a relação entre uma empregada doméstica (Regina Casé) e a filha recém-chegada (Camila Márdila) - foto: Divulgação

O filme sobre a relação entre uma empregada doméstica e a filha recém-chegada levou sete prêmios- foto: Divulgação

‘Que Horas Ela Volta?’, de Anna Muylaert, foi o maior vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que consagra o melhor da produção nacional do ano anterior. A cerimônia ocorreu na noite de terça-feira (4), no Rio de Janeiro.

O filme sobre a relação entre uma empregada doméstica (Regina Casé) e a filha recém-chegada (Camila Márdila) levou sete prêmios, incluindo melhor filme, direção, atriz e atriz coadjuvante.

‘Chatô’, de Guilherme Fontes, saiu com cinco prêmios, incluindo melhor ator para Marco Ricca.

O documentário ‘Chico – Artista Brasileiro’, de Miguel Faria Jr., sobre Chico Buarque, também foi um dos grandes premiados: levou quatro estatuetas (diretor, montagem, som e trilha sonora).

Veja a lista completa de vencedores:

Melhor longa-metragem de ficção: “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert
Melhor longa-metragem documentário: “Chico – Artista brasileiro”, de Miguel Faria Jr
Melhor longa-metragem comédia: “Infância”, de Domingos Oliveira
Melhor direção: Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”)
Melhor atriz: Regina Casé (“Que horas ela volta?”)
Melhor ator: Marco Ricca (“Chatô – O rei do Brasil”)
Melhor atriz coadjuvante: Camila Márdila (“Que horas ela volta?”)
Melhor ator coadjuvante: Chico Anysio (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Melhor direção de fotografia: Adrian Teijido (“Órfãos do Eldorado”) e Mauro Pinheiro Jr (“Sangue azul”)
Melhor roteiro original: Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”)
Melhor roteiro adaptado: Guilherme Fontes, João Emanuel Carneiro e Matthew Robbins (“Chatô – O rei do Brasil”)
Melhor direção de arte: Gualter Pupo (“Chatô – O rei do Brasil”)
Melhor figurino: Rita Murtinho (“Chatô – O rei do Brasil”)
Melhor maquiagem: Maria Lucia Mattos e Martín Macias Trujillo (“Chatô – O rei do Brasil”)
Melhor efeito visual: Robson Sartori (“A estrada 47”)
Melhor montagem ficção: Karen Harley (“Que horas ela volta?”)
Melhor montagem documentário: Diana Vasconcellos (“Chico – Artista brasileiro”)
Melhor som: Bruno Fernandes e Rodrigo Noronha (“Chico – Artista brasileiro”)
Melhor trilha sonora original: Zbgniew Preisner (“A história da eternidade”)
Melhor trilha sonora: Luiz Claudio Ramos (“Chico – Artista brasileiro”)
Melhor longa-metragem estrangeiro: “O sal da terra”, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado
Melhor longa-metragem animação: “Até que a Sbórnia nos separe”, de Otto Guerra
Melhor curta-metragem de animação: “Égun”, de Helder Quiroga
Melhor curta-metragem documentári: “Uma família ilustre”, de Beth Formaggini
Melhor curta-metragem ficção: “Rapsódia de um homem negro”, de Gabriel Martins

Folhapress

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