Dia a dia

Galpões movimentam mais de mil toneladas de materiais por mês oriundos de coleta seletiva

Os galpões já movimentam mais de 200 catadores de resíduos, pertencentes a 17 grupos, cooperativas e associações locais - foto: Divulgação

Os galpões servem como usina de armazenagem, triagem e beneficiamento dos materiais recicláveis – foto: Divulgação

Os sete galpões de triagem, viabilizados pela Prefeitura de Manaus nos últimos anos a grupos de catadores de resíduos, já movimentam mais de 150 toneladas de materiais por mês, cada um, totalizando no conjunto mais de 1 mil toneladas mensalmente. O material que chega aos galpões é proveniente do trabalho dos catadores na cidade e do serviço de coleta seletiva da Prefeitura, que conta com 12 rotas fixas, percorrendo diversos bairros.

Os galpões, que servem como usina de armazenagem, triagem e beneficiamento dos materiais recicláveis, já movimentam mais de 200 catadores de resíduos, pertencentes a 17 grupos, cooperativas e associações locais.

“A entrega dos galpões deu uma nova perspectiva aos catadores e melhorou o ambiente, possibilitando expandir o serviço a um custo menor”, explicou o presidente da Associação de Reciclagem e Preservação Ambiental (Arpa), Raul Lima, que movimenta mais de 160 toneladas por mês no galpão, localizado na alameda Cosme Ferreira, Zumbi 2, Zona Leste.

Já a Aliança (associação de catadores), que utiliza o espaço no bairro da Compensa, Zona Oeste, vem movimentando mais de 170 toneladas de resíduos. Além de servir como usina de trabalho, os galpões servem também como Pontos de Entrega Voluntária (PEV), a serviço da população que queira levar seu lixo separado a um local apropriado.

A viabilização de galpões a grupos de catadores faz parte da agenda de compromissos firmados pelo prefeito Arthur Virgílio Neto e segue as diretrizes da Lei 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e que visa promover atividades e ações de inclusão socioeconômica dos catadores no mercado local. A meta era entregar seis galpões, mas foi superada ainda em 2015, com a viabilização do sétimo espaço, na zona Oeste da cidade.

Com informações da assessoria

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