Dia a dia

Furto de energia é identificado em Escola de Samba de Manaus

O prédio teve o fornecimento de energia cortado há três meses, por dívidas que chegam a R$ 65 mil – Divulgação

Um furto de energia na quadra da Escola de Samba Vitória Régia, situada na Rua Emílio Moreira, bairro Praça 14 de Janeiro, zona Sul da capital, foi identificado, nesta sexta-feira(2), pela equipe da Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Energia, Água, Gás e Serviços de Telecomunicações (DECFS), durante ação policial deflagrada na capital.


Conforme o delegado Felipe Vasconcelos Dias, titular da unidade policial, a ação foi realizada em parceria com funcionários da Eletrobras Distribuição Amazonas, que solicitaram o apoio da equipe da DECFS para realizar vistoria no local, porque o prédio teve o fornecimento de energia cortado há três meses, por dívidas que chegam a R$ 65 mil, mas o abastecimento continuava ocorrendo de forma clandestina, por meio de ligação direta na rede de energia.

A ligação clandestina foi desfeita pela equipe da Eletrobras.

“Embora tenha um novo projeto elétrico em fase de aprovação junto à Eletrobras, confirmamos o furto de energia, uma vez que o barracão não pode utilizar a rede de energia enquanto não regularizar suas pendências financeiras junto à Eletrobras”, explicou o titular da DECFS.

Felipe Dias disse, ainda, que um dos diretores da escola de samba foi conduzido até à delegacia, onde explicou que houve tentativa de negociar o débito, mas que a concessionária não aceitou, por conta do não pagamento de parcelamentos anteriores. Ele alegou também que a escola enfrenta dificuldades financeiras por conta do atraso de repasses governamentais que subsidiam as atividades da agremiação.

Após os procedimentos periciais, a ligação clandestina foi desfeita pela equipe da Eletrobras. O presidente da escola de samba será notificado para prestar esclarecimentos sobre as irregularidades encontradas e deverá ser indiciado pela prática de furto de energia, crime previsto no Artigo 155, parágrafo terceiro, do Código Penal.

Escola de Samba

Procurado pelo EM TEMPO, o presidente da Escola de Samba Vitória Régia, Didi Redman, dise que a dívida de R$65 mil existe e foi uma “herança de antigas gestões”.

“Tentamos negociar essa dívida, mas a Eletrobras não quis aceitar uma negociação”.

Sobre a ligação clandestina, o presidente afirma que não pertence à Escola de Samba, mas sim aos barraqueiros que trabalham ao lado da agremiação.

Com informações da assessoria

 

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