Sem categoria

Funcionários dos Correios podem parar novamente no AM

Servidores dos Correios fizeram greve, mês passado, e agora podem fazer nova paralisação, segundo informou o Sintect-AM - foto: Ione Moreno

Servidores dos Correios fizeram greve, mês passado, e agora podem fazer nova paralisação, segundo informou o Sintect-AM – foto: Ione Moreno

Funcionários dos Correios podem deflagrar uma nova greve no Amazonas. A afirmação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Amazonas (Sintect-AM), Carlos Clei.

Após 15 dias de paralisação, servidores irão fazer nova reunião para discutir a situação pós-greve e a possível realização de um concurso público visando a contratação emergencial de mão de obra temporária (42 terceirizados).

Na última semana, funcionários dos Correios suspenderam a greve retomando suas atividades depois de 15 dias de paralisação. De acordo com o Sintect-AM, servidores estão em plena campanha salarial desde 01 de agosto para tratar de contratação de mão-de-obra.

De acordo com o presidente do Sintect-AM, Calos Clei, em relação à carga retida , o prazo estipulado para liberá-la é de 15 dias, o que vai atender a demanda da população, sendo que, não será possível atender a 100% da residências, devido as condições necessárias.

“A paralisação resultou no acúmulo grande. São mais de 2 milhões de correspondências retidas, precisaríamos de mais trabalhadores para chegar a atender pelo menos 80% da população”, explicou.

Reunião

Segundo o presidente do sindicato, na próxima quarta-feira (12), haverá uma reunião com representantes dos Correios para tratar de assunto pós-greve.

Até o momento a principal reivindicação foi atendida por completo, que implica na contratação de novos funcionários, mas não seria o suficiente para atender boa parte das residências.

“Não chega a ser nem 50% da nossa demanda. Precisaríamos de pelos menos 120 trabalhadores para conseguir atender a necessidade de todos. Caso não haja negociação, há possibilidade de 80% de uma nova paralisação.”, destacou o sindicalista.

Por Lindivan Vilaça

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir