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Fluminense tem prova de fogo com clássicos

O Fluminense ainda busca um equilíbrio no restante da equipe para acabar com a instabilidade- foto: divulgação

O Fluminense ainda busca um equilíbrio no restante da equipe para acabar com a instabilidade- foto: divulgação

Ataque mais positivo do, com 12 gols em quatro jogos, o Fluminense ainda busca um equilíbrio no restante da equipe para acabar com a instabilidade que marca o time neste início de temporada.

Apenas em quarto lugar em seu grupo no Estadual, com um desempenho ruim no Floripa Cup e com uma derrota na estreia na Primeira Liga, o time terá sua primeira grande prova de fogo no ano com a sequência de clássicos que terá pela frente: o regional, nesta quarta, contra o Cruzeiro, e depois diante dos tradicionais rivais do estado, Flamengo e Botafogo.

Para o lateral direito Wellington Silva, embora sejam adversários de peso, o estilo de jogo deles poderá facilitar ao Fluminense.

“Agora teremos jogos de grande contra grande. Às vezes, contra pequeno, é mais difícil, afinal, ficam os 11 atrás. Vamos ver como vai ser a nossa capacidade nesses confrontos. Estamos treinados, precisamos da vitória. A cabeça está no lugar, tem de calibrar os pés para fazer o que o professor pede”, declarou.

Na avaliação do meia Diego Souza, o principal problema que o time enfrentará pela frente será a maratona de viagens, já que após o compromisso com o Cruzeiro em Belo Horizonte (MG), nesta quarta, pela Primeira Liga, o elenco irá para Brasília (DF), onde no domingo encara o Flamengo no estádio Mané Garrincha. O local do clássico com o Botafogo, na outra semana, ainda não está definido.

“É difícil. Vamos fazer o que a gente vem fazendo. Trabalhar e descansar. Fazer o trabalho de recuperação. Tem essa dificuldade de viagens e de concentração, mas temos de superar”, destacou.

Em relação a instabilidade da defesa, Wellington Silva acredita que a tendência é a de melhorar:

‘Tem de melhorar o entrosamento lá atrás. Henrique entrou agora. Estamos conversando com ele, fez grande partida. O entrosamento e a postura têm de ser o diferencial. A maior parte dos jogadores já estava aqui no ano passado. Não podemos tomar gol. Na frente, sempre vamos marcar.’

Por Folhapress

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