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Fiscalização nos postos de combustíveis da capital será intensificada

Campelo acredita que algumas reduções repentinas nos postos de combustíveis são reflexos das reuniões que estão sendo realizadas - foto: divulgação

Campelo acredita que algumas reduções repentinas nos postos de combustíveis são reflexos das reuniões que estão sendo realizadas – foto: divulgação

Um acordo foi firmado nesta quinta-feira (17) entre os órgãos de defesa do consumidor, após uma reunião com a Comissão, na Câmara Municipal de Manaus (CMM), para intensificar as fiscalizações nos postos de combustíveis da capital, para reaver o que está provocando o aumento no preço da gasolina.

De acordo com o vereador Álvaro Campelo (PP), a ideia é que se formem grupos de pesquisa junto aos órgãos de defesa do consumidor. Segundo ele, cada equipe será responsável por uma zona da cidade para que os órgãos estejam balizados sobre os preços.

“Essa pesquisa vai nos balizar para darmos início a uma ação civil pública que vai ser movida por esses órgãos de defesa do consumidor, no sentido de fazer reduzir o preço da gasolina em Manaus. Essa iniciativa foi vitoriosa no estado do Maranhão, e esperamos que nossa iniciativa também tenha efeito positivo aqui no Amazonas”, afirmou.

Campelo acredita que algumas reduções repentinas nos postos de combustíveis são reflexos das reuniões que estão sendo realizadas, assim como ações no sentido de redução do preço da gasolina.

Álvaro Campelo, que também é presidente da Comissão de Defesa do Consumidor (Comdec) da CMM, afirmou ainda que nada impede que uma CPI seja instaurada.

“O que nós realmente queremos é que o consumidor pague um preço justo”, finalizou o parlamentar.

De acordo com a  Comdec-CMM,   uma solicitação foi enviada ao Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindicam) com a  planilha completa de operações dos postos de combustível, tratando das definições de preços, a partir de sua origem, passando por seus diversos processos de precificação até o consumidor final. Por meio de um ofício, o Sindicam informou que não possui acesso aos dados comerciais, de custos, e os mecanismos de precificação utilizados pelos agentes localizados no mercado à montante do setor de revenda.

Para obter essas informações, o defensor público do Amazonas Cristiano Pinheiro da Costa afirmou que vai buscar diretamente pelos órgãos oficiais, e com os consumidores, que segundo ele, serão de grande ajuda nesse processo.

Por Asafe Augusto

 

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