Economia

Fieam quer prazo maior para negociar dívidas

A Fieam informou que a pauta da reunião em 4 de agosto será a liberação das licenças ambientais - foto; divulgação

A Fieam informou que a pauta da reunião em 4 de agosto será a liberação das licenças ambientais – foto: divulgação

Empresários da indústria amazonense reivindicam um prazo maior para negociar as dívidas adquiridas junto ao Banco da Amazônia.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva, enviou ofício aos senadores Eduardo Braga e Vanessa Grazziotin e ao deputado Pauderney Avelino, que compõem a Comissão Mista da Medida Provisória nº 733, de 2016, solicitando tratamento isonômico para dívidas de crédito com o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e outros Fundos Constitucionais da Amazônia Legal, beneficiando empreendimentos da Região Norte. “Os empreendimentos da nossa região padecem das mesmas ou até mais das dificuldades enfrentadas por empresários do Nordeste”, argumenta Silva.

A medida provisória 733/2016 beneficia, com a ampliação do prazo até 31 de dezembro de 2017, os produtores rurais da área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Para discutir a MP 733/2016 e outros temas de interesse ao desenvolvimento regional, a Fieam participa de Grupo de Trabalho (GT), incumbido de analisar os entraves no âmbito da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

Criado pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, o GT, integrado por 12 instituições públicas e privadas, reúne-se quinzenalmente para discutir e propor soluções aos gargalos da economia na Amazônia. Além da adequação da medida provisória 733/2016 para beneficiar produtores rurais da área de atuação da Sudam, o GT discute a redução dos prazos de emissão de licenças ambientais, diminuição de tarifas cobradas pelo Banco da Amazônia e os embargos para a concessão de crédito.

O assessor econômico da Fieam, Gilmar Freitas, anunciou que a pauta da reunião em 4 de agosto será a liberação das licenças ambientais, consideradas pelos empresários um dos entraves que impactam negativamente os empreendimentos da Amazônia Legal.

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