Economia

Fiam 2015 movimenta negócios de R$ 64,6 mi

Durante quatro dias, Manaus foi sede de uma feira internacional de negócios, para promover produtos amazônicos para o resto do mundo- foto: divulgação

Durante quatro dias, Manaus foi sede de uma feira internacional de negócios, para promover produtos amazônicos para o resto do mundo- foto: divulgação

Atendendo às expectativas quanto a público e geração de negócios, a 8ª edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam) contabilizou R$ 64,6 milhões entre contratos imediatos e negociações para curto e médio prazo. A feira atraiu mais de 60 mil pessoas para os quatro dias do evento, que foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), por meio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Nesta edição, participaram da Rodada de Negócios, 77 empresas amazônicas ofertantes de produtos com matéria-prima regional e 22 empresas de grande porte na condição de compradoras, oriundas de outros Estados brasileiros e países da América do Norte, Europa, América Latina e África.

Foram demandados, principalmente, o artesanato regional, produtos fitoterápicos e fitocosméticos, móveis e artefatos de madeira, frutas regionais (in natura, compotas e polpa), pescado, alimentos e bebidas (doces, biscoitos e licores), extratos e óleos vegetais, corantes naturais e ervas medicinais e aromáticas.

Para a superintendente da Suframa, Rebecca Garcia, a Fiam 2015 foi um sucesso. “Tivemos um evento de muito sucesso, que correspondeu a todas as nossas expectativas e, em alguns casos, até mesmo as superou. A realização da feira foi importante para demonstrar a resistência do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) à crise”, afirmou.

Mesmo com as expectativas da Suframa alcançadas na Fiam 2015, o resultado gerado na feira pode não ser uma virada no cenário econômico local. De acordo com o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Nelson Azevedo, o quadro econômico ainda é de preocupação para a indústria.

Segundo ele, há mais gente vendendo do que comprando. “A crise bate forte no Brasil, na nossa economia”, afirmou.

Azevedo ressaltou que, mesmo sem uma imediata mudança no cenário econômico, a Fiam trouxe possibilidades a diferentes setores com as rodadas de negócios com venezuelanos e os peruanos.

Por Asafe Augusto e assessoria

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