Cultura

Festival paralímpico vai marcar um ano para os Jogos no Rio de Janeiro

No feriadão do Dia da Independência, nos dias 6 e 7 de setembro, o Rio de Janeiro recebe o Festival Paralímpico, para marcar a contagem regressiva de um ano para os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Será dois dias de eventos esportivo, educativo e cultural ao ar livre, no Parque dos Patins, na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade.

Haverá desafios paralímpicos com atletas nacionais e estrangeiros, experimentação de esportes paralímpicos pelo público, um espaço que vai mostrar os avanços tecnológicos na área de esporte e deficiência e oficinas de arte para as crianças com a mascote Tom.

O diretor executivo de Comunicação do Comitê Organizador, Mário Andrada, disse que o objetivo do evento, além de marcar um ano para os Jogos, é interagir com as crianças e mostrar a força de superação dos atletas.

“É um programa de feriadão de 7 de setembro, para toda a família e para todas as pessoas que normalmente frequentam a lagoa. Vai ter uma experimentação de goalball, que é uma das coisas que as crianças mais gostam, vai ter também uma exposição de fotos de atletas paralímpicos. A ideia é que as pessoas sejam convidadas a visitar o evento e a participar”.

No dia 7 começa também a pré-venda on-line para os ingressos dos Jogos Paralímpicos, no mesmo modelo usado para os Jogos Olímpicos, podendo ser usado o mesmo cadastro no site Rio 2016. Serão disponibilizados 3,3 milhões de ingressos para 315 sessões esportivas, com preços a partir de R$ 10. O mais caro, para a cerimônia de abertura, varia de R$ 100 a R$ 1.200.

Na conversa com os jornalistas hoje (27), Andrada reiterou o convite para voluntário como elenco das cerimônias, que prorrogou as inscrições até 30 de setembro. O produtor executivo das cerimônias paralímpicas, Flávio Machado, disse que serão necessárias 12 mil pessoas para os quatro eventos de abertura e encerramento dos jogos olímpicos e paraolímpicos e que 8 mil se cadastraram até o momento.

O tema da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, segundo Machado, será “Cada corpo tem um coração”. De acordo com ele, a ideia é lançar um novo olhar sobre a deficiência. “A cerimônia atinge um número enorme de pessoas. Então, não deixa de ser um legado. O legado não precisa ser só físico, pode ser um legado intangível, que justamente são as mensagens que a gente quer pensar, para as pessoas repensarem a questão da deficiência. Nosso conceito é em cima de provocar até que ponto todos nós não somos deficientes e eficientes em coisas diferentes. Se nossa cerimônia conseguir fazer as pessoas pensar e refletir sobre isso, eu acho que já é um grande legado”, disse.

 

Por Agênciabrasil

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