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Festival de Parintins: venda de passagens de barco já está 30% acima de 2014

Segundo a Associação das Agências de Passagens de Transporte Aquaviário do Amazonas, a demanda de passageiros já está 30% acima da marca de 2014 e deve continuar crescendo até 50% - foto: Asafe Augusto

Expectativa da Associação das Agências de Passagens de Transporte Aquaviário do Amazonas é recuperar as perdas do ano passado e conseguir alta de até 50% nas vendas – foto: Asafe Augusto

As vendas de passagens de barco para o Festival Folclórico de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus) já é 30% superior ao montante vendido no mesmo período do ano passado, conforme a Associação das Agências de Passagens de Transporte Aquaviário do Amazonas (Ageptraam).

A projeção dos donos de embarcações que atuam no trecho entre a capital amazonense e a Ilha Tupinambarana, no entanto, é que a demanda de passageiros apresente recuperação em relação à queda do ano passado e registre acréscimo de até 50% nas vésperas do evento, programado para ocorrer entre 26 e 28 de junho.

“Esse ano esperamos que seja melhor, já que não teremos [a concorrência de eventos como] Copa e eleições”, justificou o presidente da Ageptraam, Altair Pereira Ribeiro.

A expectativa dos empresários do setor de transporte fluvial é que a demanda deste ano ajude a recuperar a retração recorde de 2014, quando o número de passageiros encolheu 33,33% – de 12 mil (2013) para 8.000 (2014).

“Como é a edição de número 50, nossa esperança é que a procura nesse ano supere esse número”, afiançou Ribeiro.

Preços ‘salgados’

Dez embarcações já estão fazendo promoções nos pacotes de viagem para o Festival, esperando atrair um público maior. As passagens estão sendo vendidas no porto da Manaus Moderna, no Centro da capital amazonense.

No ano em que a festa dos Bumbás de Parintins completa 50 anos de existência, o preço das passagens continua sendo ‘salgado’ para os passageiros. Estão custando, em média, entre R$ 80 (barcos de linha direta) e R$ 250 (pacote com passagem ida e volta, e hospedagem), dependendo do caso.

Diante disso, consumidores como a estudante Priscila Mello reclamam dos gastos para quem quer ir ao Festival.  “Eu pretendo ir, mas a cada ano que passa fica mais caro. Acredito que ir de barco seja mais barato, mas também é mais demorado e cansativo”, lamentou.

Priscila disse ainda que contando com todas as despesas necessárias para a viagem, Parintins se tornou “um caso a se pensar”, levando em conta as condições financeiras do público, mesmo de barco, que é mais barato.

Com informações de Asafe Augusto (especial EM TEMPO Online)

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