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Felipão admite erros em contratações e diz que política influenciou saída

Após pedir demissão do Grêmio, o técnico Luiz Felipe Scolari disse, nesta terça-feira (19), que problemas políticos influenciaram a sua saída do clube gaúcho.

A comissão técnica gremista formada por Flávio Murtosa e Ivo Wortmann e o preparador físico Darlan Schneider também deixaram o clube.

“Existem algumas facções dentro do Grêmio e que está bastante dividido no sentido de pensamento. Muita gente dividida em relação a muitas coisas. E aí fica um pouco mais difícil de dirigir”, disse o técnico por meio de sua assessoria de imprensa.

Felipão chegou ao Grêmio no dia 30 de julho, menos de um mês após o vexame pela seleção brasileira, eliminada na Copa do Mundo com goleada por 7 a 1 para Alemanha. Na chegada, o técnico afirmou que “precisava de carinho” e por isso teria aceito o convite do clube gaúcho.

Nessa sua passagem pelo Grêmio, o treinador não conseguiu classificar o time para a Libertadores e ficou com o vice-campeonato gaúcho ao perder para o Inter na final.

Felipão eximiu de culpa o diretor Rui Costa pelas contratações que não deram certo e assumiu a responsabilidade.

“É bom se frisar que quando se manifestam de que o nosso diretor Rui Costa fez algumas contratações erradas, não foi ele quem fez as contratações. As contratações foram feitas com a minha concordância. E eu era o técnico”, afirmou.

“Então, se os erros aconteceram, aconteceram porque eu entendia que esses jogadores contratados podiam render. Se não renderam, o errado fui eu”, concluiu Felipão.

Por Folhapress

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