Economia

Feirão do Pescado começa a funcionar em quatro pontos a partir desta terça

No Feirão do Pescado o consumidor vai encontrar espécies como tambaqui, matrinxã, pirarucu e quelônios – arquivo EM TEMPO

O Feirão do Pescado da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) passa a funcionar, a partir desta terça-feira (11), em quatro pontos estratégicos da cidade. A ação do governo do Amazonas, que já é tradicional na Semana Santa, vai impulsionar a venda de pescado e melhorar a renda de mais de 60 piscicultores. Para este ano, a meta é comercializar mais de 700 toneladas de pescado.

O Feirão do Pescado segue até a sexta-feira (14), funcionando na Alameda do Samba, no Alvorada; no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignolia, na Cidade Nova; no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, no Aleixo e no Feirão da Sepror, no Tarumã.

Já no primeiro dia, terça-feira, o Feirão do Pescado passa a funcionar a partir das 18h e segue até às 21h. Nos próximos três dias, de 12 a 14, o Feirão do Pescado passa a funcionar das 7h às 21h. Nos quatros pontos do Feirão do Pescado, o produto será comercializado em diferentes cortes: para assado ou caldeirada e sem espinha.

Espécies

No Feirão do Pescado o consumidor vai encontrar espécies como tambaqui, matrinxã, pirarucu e quelônios. Os dois últimos são comercializados com autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

No Feirão do Pescado os preços variam entre R$ 5 e R$ 25. O quilo do tambaqui, por exemplo, será comercializado entre R$ 5 e R$ 15. O consumidor vai contar, também, com a comercialização de verduras oriundos do Feirão da Sepror.

De acordo com Secretaria Executiva de Pesca e Aquicultura (Sepa) – instituição vinculada ao Sistema Sepror –, o Feirão do Pescado faz parte do calendário fixo da pasta e já se tornou tradicional pela venda de peixe mais barato para o consumidor. A logística do Feirão do Pescado conta com o apoio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), que vai organizar as tendas, e da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), que cuidará da fiscalização sanitária dos alimentos.

Com informações da assessoria

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