Economia

Feira de artesanato e moda reúne mais de cem expositores do Brasil e do mundo em Manaus

Comerciante árabe vende acessórios femininos na Feira Internacional de Artesanato e Moda – foto: Diego Janatã

Comerciante árabe vende acessórios femininos na Feira Internacional de Artesanato e Moda – foto: Diego Janatã

Mais de cem expositores do Brasil e do Mundo estão em Manaus, onde participam da terceira edição da Feira Mundial de Artesanato, Moda e Decoração. O Mundial Art, que começou no último dia 7 e terminará no próximo dia 16, neste ano, está sendo realizado no Centro de Convenções do Studio 5, na Zona Sul, com a expectativa de visitação de 50 mil pessoas.

A feira reúne representantes de mais de 20 países, 12 Estados e de dez municípios do Amazonas, distribuídos em mais de cem estandes, com itens de artesanato regional, nacional e internacional, moda e decoração.

A feira é organizada pela Associação do Bem-Estar dos Artesãos Cearenses (Abeac). “Nosso intuito é integrar os artesãos do Estado com os de fora. Temos que dar a oportunidade para os profissionais locais mostrarem o seu trabalho”, afirmou Lemacia Muniz, organizadora da feira.

Do Amazonas, foram selecionados artesãos de Manaus, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Manacapuru, Novo Airão, Atalaia do Norte, Parintins, Iranduba, Maués, Barcelos e Maraã (Reserva Mamirauá).

Entre os participantes estão 12 artesãos individuais, 22 cooperativas e associações, 3 indígenas das etnias Ticuna, Waimiri-atroari e Saterê, e os empreendedores do Programa de Economia Solidária, que serão distribuídos em 44 estandes regionais.

Clarisse, da etnia tucana e representante das mulheres indígenas do Alto Rio Negro, disse que o seu material é feito de fibra de tucum, usada para fabricar colares, redes, joias, pulseiras e brincos.

Os valores das peças variam de R$ 2 até R$ 80. “Esse material é colhido no Alto Rio Negro, em São Gabriel da Cachoeira. Fazemos esse material por encomenda, mas temos também lojas na rua Tenreiro Aranha e temos uma sede das mulheres indígenas no conjunto Vilar Câmara. As pessoas procuram mais as peças baratas”, afirmou.

Há ainda produtos como cosméticos, bebidas regionais, moda amazônica, biojoias, comida regional, arte manual e produtos confeccionados do reaproveitamento de materiais reciclados.
O evento também oferecerá aos visitantes um espaço com comidas típicas da região.

Por Stenio Urbano

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