Dia a dia

Familiares procuram dona de casa desaparecida há dois anos no Suriname

A última vez que ela teria entrado em contato com a família foi no final de 2013, logo após se mudar para Paramaribo, no Suriname - foto: divulgação

A última vez que ela teria entrado em contato com a família foi no final de 2013, logo após se mudar para Paramaribo, no Suriname – foto: divulgação

Familiares da dona de casa Tereza Pavan Tavares, 40, estão à procura da mulher que está desparecida há mais de dois anos. A última vez que ela teria entrado em contato com a família foi no final de 2013, logo após se mudar para Paramaribo, no Suriname.

De acordo com a irmã dela, Alice Pavan, Tereza teria deixado Manaus há 10 anos e desde novembro de 2013 não manteve mais contato com os familiares na capital amazonense.

Alice afirmou, ainda, que a desaparecida  estava trabalhando no país como vendedora ambulante.  “Entramos em contato a última vez com ela através do Facebook. Pedimos ajuda da Polícia Civil porque vimos no jornal um caso de uma amazonense que estava desaparecida no Suriname e foi encontrada pela embaixada do Brasil no país. Esperamos que o mesmo aconteça com a minha irmã”, comentou.

Conforme a irmã, a mulher é parda, mede 1,55m de altura e, da última vez em que foi vista, pesava 60 quilos, tinha porte físico magro, cabelos pretos e longos.

A Polícia Civil do Amazonas, por meio da Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops), solicita a colaboração de todos para encontrar a dona de casa.

Quem puder colaborar com informações que levem ao paradeiro de Tereza, entrar em contato com os servidores da Deops pelo número: (92) 3214-2268.

Outro caso

No final de junho, o EM TEMPO Online divulgou o desaparecimento da amazonense Janete Cleia Laranjeira Fraga, 32, que trabalhava há cinco anos no Suriname como garota de programa. A mulher teria denunciado à família através do Facebook, que estava sofrendo agressões físicas e era mantida em cárcere privado.

Uma semana depois a policia civil, com ajuda do consulado do Brasil no país, conseguiu encontrar a mulher que afirmou estar “por livre e espontânea vontade” e que trabalha com plantio de mudas e costura.

Por equipe EM TEMPO Online

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