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País

Familiares de vítimas da Chape começarão a receber pertences identificados

                           Os pertences que devem chegar a Chapecó neste sábado (20) – Beto Barata/PR

Os familiares das vítimas da tragédia com o avião que levava a delegação da Chapecoense à Medellín em 29 de novembro de 2016 devem começar a receber neste sábado (20) os pertences que foram embarcados no voo. Após o desastre que vitimou de forma fatal 71 pessoas, os objetos encontrados nos destroços do avião da LaMia foram levados ao Aeroporto Jose Maria Córdoba e ficaram sob responsabilidade da empresa britânica Blake.

Quase seis meses se passaram desde a tragédia no Sierro Gordo – agora batizado Sierro Chapecó. Todos os objetos que foram retirados do local já foram identificados, catalogados e passaram pela verificação das embaixadas do Brasil e da Colômbia, estando prontos para o translado até Chapecó.

Quase seis meses se passaram desde a tragédia – Reprodução/Twitter

No entanto, segundo a Blake e a embaixada brasileira na Colômbia, apenas pertences de 24 vítimas foram plenamente identificados e devem voltar ao Brasil neste sábado. No total, 64 brasileiros estavam entre as vítimas fatais do acidente. Parte dos objetos que não foram levados até o aeroporto de Medellín foi saqueada no local do acidente.

Alguns moradores de La Unión, localidade onde ocorreu o acidente, reuniram pertences encontrados e entregaram para a delegação da Chapecoense que esteve em Medellín para a final da Recopa Sul-Americana no último dia 10.

Ainda segundo moradores da localidade, muitas pessoas guardaram objetos encontrados no local do impacto como “lembrança”. Outros, porém, aproveitam-se do grande apelo do acidente aéreo para ganhar dinheiro, vendendo camisas e objetos das vitimas.

Os pertences que devem chegar a Chapecó neste sábado serão armazenados no batalhão da Policia Militar de Chapecó e ficarão a disposição dos familiares o tempo que for necessário para a retirada. Os objetos que não foram identificados na Colômbia também voltarão ao Brasil e poderão ser identificados pelos familiares em Chapecó.

Daniel Fasolin
FolhaPress

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