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Familiares de enfermeira assassinada pedem punição do filho, principal suspeito, e cobram agilidade no processo

De acordo com outro filho da vítima e irmão do suspeito,  o processo encontra-se na 2ª Vara do Tribunal de Júri Popular, mas está parado - foto: arquivo EM TEMPO

De acordo com outro filho da vítima e irmão do suspeito, o processo encontra-se na 2ª Vara do Tribunal de Júri Popular, mas está parado – foto: arquivo EM TEMPO

Familiares da enfermeira Elinelza de Oliveira Moura, 53, assassinada em 18 de novembro de 2014, cobram da Justiça agilidade na condução do processo. O principal suspeito de ter matado a pauladas a mulher, o filho Heider Marinho Moura, 30, aguarda para ser julgado em liberdade.

De acordo com outro filho da vítima e irmão do suspeito,  o enfermeiro Helder José Carneiro Moura Júnior, 32, o processo encontra-se na 2ª Vara do Tribunal de Júri Popular, mas está parado.  “Me informaram  que o processo está parado porque as investigações passaram por quatro delegados, e  tiveram atrasos na perícia. Fui ontem (13), no Fórum Henoch Reis e a diretora da Vara disse que estava esperando a posição do juiz”, comentou o enfermeiro.

Conforme Helder, a família espera que na próxima quinta-feira (16), seja dada uma posição sobre a data do julgamento. “Chegamos a fazer abaixo-assinados para agilizar o processo. Colhemos assinaturas nos lugares onde ela trabalhou, como no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e levamos para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam).

A reportagem do EM TEMPO entrou em contato com o Tjam, que através da sua assessoria, informou que só poderá dar informações sobre o caso na quarta-feira (15).  Em consulta, pelo site do tribunal, o processo de homicídio qualificado, corre em segredo de Justiça.

Relembre o caso

A enfermeira Elinelza de Oliveira Moura,53, foi assassinada com pauladas na cabeça, na casa onde morava, na Rua 8, conjunto Hileia, bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus.  O crime, que ocorreu no dia 18 de novembro de 2014,  e tem como principal suspeito, o filho da enfermeira, Heider Marinho Moura,30.

Por Kattiúcia Silveira

 

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