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Familiares de empresária morta farão protesto; julgamento de marido suspeito começa nesta quarta-feira

Ruth Mouta Cacela foi encontrada morta com sinais de estrangulamento em maio deste ano - foto: reprodução/Facebook

Ruth Mouta Cacela foi encontrada morta com sinais de estrangulamento em maio deste ano – foto: Reprodução/Facebook

Familiares e amigos da empresária Ruth Mouta Cacela, morta no dia 12 de maio deste ano, vão realizar um protesto por justiça, nesta quarta-feira (14), na frente do Fórum Ministro Henoch Reis, no bairro de São Francisco, na Zona Sul de Manaus. Na ocasião, será realizada, a partir das 9h, a primeira audiência de instrução do processo que tem como suspeito o marido da vítima, José Eloy dos Santos Cardoso, 32, acusado de matar a mulher por não aceitar o divórcio.

De acordo com Adriana Soares, prima de Ruth, o objetivo é acompanhar o julgamento, mas aqueles que não puderem entrar, estarão com cartazes e camisas solicitando a penalidade máxima do réu na frente do fórum. “Nós continuamos inconformados, queremos justiça, só nos calaremos quando sair a sentença e ele receber a pena máxima. As pessoas que simpatizarem com a causa, ou estiverem passando pelo mesmo problema, podem vir e protestar com a gente”, declarou.

Uma manifestação na internet também está sendo realizada, na qual, a família, colegas e outras pessoas trocaram as fotos dos seus perfis nas redes sociais pela foto de Ruth com a palavra justiça na cor vermelha.

O julgamento

José Eloy dos Santos Cardoso estará presente na audiência de instrução, enquadrado pelo Ministério Público Estadual (MP), no artigo 121, 2º, III, pelo meio ter sido cruel e VI, que destaca o crime contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. Na circunstância, deverão ser ouvidas seis testemunhas, tanto de acusação quanto de defesa.

O caso

Ruth Cacela foi encontrada morta por seus familiares, por volta das 7h, no dia 12 de maio, dentro da lan house que era proprietária, localizada na avenida Oscar Borel, no bairro Compensa, Zona Oeste. A vítima apresentava sinais de estrangulamento e estava sumida desde o dia anterior. José Eloi foi acusado como autor do homicídio, pois ele não aceitava o fim do relacionamento. O casal tinha uma filha de 3 anos e morava no segundo piso do mesmo prédio da Lan House.

Por equipe Em TEMPO online

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