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Família de vítima de acidente com carreta fará ato para pedir paz no trânsito

Debora Freitas morreu após se envolver em um acidente de trânsito, no dia 23 de abril deste ano - foto: reprodução/ Facebook

Debora Freitas morreu após se envolver em um acidente de trânsito, no dia 23 de abril deste ano – foto: reprodução/ Facebook

Familiares e amigos da empresária Debora Rubim Freitas, que morreu no mês passado – vítima de acidente de trânsito na capital – vão realizar no domingo (5), uma manifestação para pedir “paz no trânsito”. O ato acontecerá a partir das 8h, no anfiteatro do complexo da Ponta Negra, localizado na Zona Oeste.

De acordo com o esposo da empresária, o cantor Renato Freitas, o objetivo do movimento é chamar a atenção da população sobre os diversos acidentes com vítimas fatais, provocados frequentemente por caçambas, e que continuam sem justiça.

“Não queremos que o caso da nossa querida Debora caia no esquecimento, como acontece com diversos acidentes semelhantes ao dela. Vamos nos unir para pedir paz no trânsito e para clamar por segurança. Esses casos não podem ficar impunes”, destacou.

Renato Freitas ressaltou ainda que, durante os 43  dias em que Debora esteve internada, o responsável pelo acidente que tirou a vida da empresária, em nenhum momento prestou apoio financeiro.

“Logo após o acidente, o motorista do veículo que provocou a colisão nos procurou e disse que prestaria toda a assistência necessária para a recuperação da Debora. Após isso ele sumiu e não soubemos mais notícias dele. Como não deixaremos de lado esse caso, entramos esta semana com uma ação judicial pedindo todos os reparos pelas perdas e danos que tivemos com essa tragédia, que afetou  toda a nossa família”, concluiu.

Entenda o caso

Debora Freitas ficou gravemente ferida após se envolver em um acidente de trânsito, ocorrido no dia 23 de abril deste ano, na alameda Cosme Ferreira, localizada na Zona Leste. A tragédia foi provocada por um caminhão que perdeu o controle atingindo cinco carros, um deles era o Honda Civic conduzido pela empresária.

Debora teve diversas fraturas – uma exposta na perna –  e foi conduzida ao Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, onde ficou internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Em virtude das complicações nos ferimentos extensos, devido ao esmagamento do quadril, a empresária veio a óbito no dia 5 de junho.

Por Gerson Freitas

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