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Ex-presidente da Gaviões e presidente da Pavilhão são procurados pela polícia

O ex-presidente da torcida organizada Gaviões da Fiel Wellington Rocha e o presidente da Pavilhão 9, Philipe Gomes Lima, ambas formadas por corintianos, estão entre os alvos dos 37 mandados de prisão expedidos pela Polícia Civil nesta sexta-feira (15), referentes a confrontos violentos ligados ao futebol em 2016, especialmente à briga entre corintianos e palmeirenses no domingo (3) do clássico entre as equipes.
Tanto Rocha como Lima não foram encontrados pela polícia nos endereços averiguados até o momento, e seguem sendo procurados.

A reportagem teve acesso a lista de 18 pessoas envolvidas nas brigas de domingo (3) e que já foram detidas nesta manhã. Ao todo, foram feitas 20 detenções até o momento. No dia do último clássico entre Corinthians e Palmeiras, confrontos pela cidade ocasionaram a morte de um torcedor e deixaram vários outros feridos.

Dez mandados de prisão temporária foram direcionados aos envolvidos na briga na estação Brás do metrô, no domingo, sete deles para membros da Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e outros três para filiados à Pavilhão 9.
Outros 27 mandados de prisão preventiva foram emitidos àqueles que participaram de briga ao lado da estação Clínicas do metrô, local próximo ao Pacaembu, onde ocorreu o clássico.

Entre os detidos está o torcedor corintiano Helder Alves Martins, que assumiu a autoria do disparo de um sinalizador que matou o garoto Kevin Beltrán Espada em Oruro, em 2013, durante jogo da Libertadores entre San Jose e Corinthians. Ele pertence à Gaviões da Fiel.
Helder teria participado de briga ao lado da estação Clínicas do metrô, local próximo ao Pacaembu, onde ocorreu o clássico. Além dele, outros quatro envolvidos no episódio foram detidos.

As sedes das torcidas organizadas Gaviões da Fiel, Pavilhão 9 e Camisa 12, do Corinthians, e Mancha Verde (na capital e na Baixada), foram vasculhadas por meio de mandados de busca e apreensão, assim como as casas de membros da Independente.

Os são-paulinos entraram na mira da Polícia Civil após brigarem entre si após derrota para o Palmeiras no Pacaembu, em março.

MANDADOS DE PRISÃO TEMPORÁRIA (CASO METRÔ)
Renan Biondi da Silva (Mancha Baixada) – preso
Ricardo Ferreira da Cruz (Mancha)
Cristian Araujo Benedito (Mancha) – preso
Daniel Barros Pires Gomes (Mancha)
Joelton Severiano de Souza (Mancha) – preso
Leandro Guerra Trombone (Mancha)
Tales Julian Herrera (Mancha) – preso
Philipe Gomes Lima (Pavilhão 9 – presidente)
Gandhi Batista Oliveira (Pavilhão 9)
Willian da Silva Vieira (Pavilhão 9) – preso

MANDADOS DE PRISÃO PREVENTIVA (CASO DR. ARNALDO)
Wellington Rocha Junior
Alexandre Elios Barrius Mota
Victor Simoes Ruggeri – preso
Leonardo da Silva Gomes – preso
Jaques Willian Rodrigues Moura
Kleber B. Miguel
Danilo Pereira Gomes Duarte – preso
Helder Alves Martins – preso
Igor Maximo Magalhães
Thiago José Castelli Moraes – preso
Fabio da Costa Firmino – preso
Moacir Rodrigues de Moraes Neto – preso
Diego Fernandes de Oliveira
Cristiano de Oliveira Camargo
Cristhian Jorge Sanches – preso
Fábio de Oliveira Camara – preso
Rafael Alves Silva
Rafael Pedroso de Souza – preso
Caio Marcio Perez Henriques – preso
Tadeu de Macedo Andrade
Jorge Aparecido Damas Junior – preso
Carlos Alberto Severo da Silva
Cleiton de Assis Silva
Franklin de Jesus Rodrigues – preso
Marcos Rodrigo Silva de Azevedo – preso
Leandro Silva de Oliveira
Thadeu da Silva Souza
Especiais

Por Folhapress

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