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EUA bombardeiam Síria e anunciam mais US$ 100 mi de ajuda a rebeldes

A coalizão liderada pelos Estados Unidos realizou, neste sábado (31), sete ataques aéreos na Síria e catorze no Iraque contra bases da facção terrorista Estado Islâmico.


Quatro dos ataques ocorreram nas imediações de Dayr Az Zawr, onde foram destruídas instalações de exploração de petróleo que estavam sendo utilizadas pela milícia. Também foram bombardeadas áreas perto de Raqqa e Al-Hawl.

Neste sábado (31), o vice-secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, anunciou que a ajuda americana aos opositores sírios aumentará em US$ 100 milhões. Com a nova quantia, o total já destinado pelos EUA aos opositores chega a quase US$ 500 milhões.

SOLDADOS AMERICANOS NA SÍRIA

Na sexta-feira (30), a Casa Branca anunciou que os EUA enviarão até 50 militares das Forças de Operações Especiais à Síria para treinar rebeldes moderados para combater o Estado Islâmico.

Segundo o secretário de Estado americano, John Kerry, as forças americanas só atuarão contra o Estado Islâmico e não irão se envolver na disputa entre governo e rebeldes.

Esta é a primeira vez que o soldados do país entrarão de forma oficial no território sírio desde o início da guerra civil, em 2011. Há um ano, os EUA fazem ataques aéreos contra a milícia radical, mas sem operações regulares em solo.

A medida faz parte da nova fase de treinamento de rebeldes lançada pelo Pentágono há duas semanas, após o fracasso da primeira missão. Inicialmente, as atividades com os insurgentes seriam feitas na Jordânia ou na Turquia.

O envio das Forças de Operações Especiais dos EUA ao território sírio deve acirrar a tensão com a Rússia. Há um mês, o presidente Vladimir Putin lançou uma operação no país árabe sob a justificativa de combater o terrorismo.

Desde março de 2011, a guerra civil no país já deixou mais de 250 mil mortos.

Por Folhapress

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