Tecnologia

Estudantes do AM lançam jogo voltado para o público infantil

Estudantes de design e desenvolvedores uniram esforços e conhecimentos para criar o jogo digital ‘Kadi’, voltado para o público infantil – foto: divulgação

Estudantes de design e desenvolvedores uniram esforços e conhecimentos para criar o jogo digital ‘Kadi’, voltado para o público infantil – foto: divulgação

O mercado de startup tem crescido significativamente no Brasil e é cada vez mais comum empreendedores investirem nesse modelo para iniciar um negócio. Um grupo de estudantes que participou do curso de Jogos Digitais do Centro de Treinamento Samsung Ocean, instalado na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), encontrou nesse tipo de empreendimento uma maneira de unir a paixão por games e crianças a criação de uma nova empresa de tecnologia.

Durante o curso, as estudantes de design Barbara Nicolau, Brena Cardoso e os desenvolvedores Luiz Marcelo Costa e Crysthian Carvalho criaram o jogo ‘Kadi’. O game foi desenvolvido com foco ao público infantil. Nele, o jogador pode controlar dois jovens personagens, Kadu e Katia, numa busca para recuperar a fonte de energia de seu planeta, roubada por vilões misteriosos.

O jogo já está disponível para ser baixado gratuitamente pelo celular e internet na loja de aplicativos da Samsung, Galaxy Apps e também no Google Play. Além do Kadi, o grupo está trabalhando em um novo jogo chamado Simon’s West, que deve ser lançado em breve. “A nossa meta é popularizar os jogos e trabalhar para que o negócio se torne conhecido”, enfatizou.

Segundo a design Barbara Nicolau, após o fim do curso, em março, o grupo foi convidado pela FabriQ Aceleradora, para que a startup criada por eles participasse do programa de desenvolvimento de negócios. Barbara explica que houve outras propostas, mas que optou por uma aceleradora, pela segurança e suporte oferecido, como por exemplo, a assistência jurídica e os cursos de empreendedorismo e administração de empresas.

Uma aceleradora é uma empresa que oferece consultoria e treinamento a startups durante um período específico e em troca recebe participação acionária na nova empresa. Ela diz que, sem esse suporte, o crescimento da empresa seria mais difícil e demorado. “Nós sabíamos desenvolver jogos, mas não entendíamos de administração de empresa, por isso essa assistência tem sido fundamental”, disse.

Barbara diz que a startup será acelerada durante um ano e após esse período começará a caminhar sozinha. “Nós estamos em uma fase de absorver conhecimento, estreitar relacionamento com investidores e inserir a nossa marca no mercado. Todo o recurso que estamos conseguindo tem sido usado para alavancar a empresa”, ressaltou.

De acordo com Barbara, essa noção de empreendedorismo foi passada para eles desde o início do curso no Samsung Ocean. “Eu sempre gostei de jogos, mas essa era uma área pouco conhecida em Manaus. Após o curso no Ocean, eu vi que podia ser mais que um hobby e se tornar um negócio lucrativo”, acrescentou.

Barbara conta que a startup já começou a gerar lucro, mas tudo tem sido investido na divulgação da empresa. “Nós criamos um jogo pra uma empresa de gás que nos rendeu um bom resultado. Estamos no início. Ainda é preciso trabalhar muito”, disse.

Na primeira turma do curso de Jogos Digitais foram desenvolvidos cinco games, entre eles o Kadi. Com a proposta de não somente formar desenvolvedores de jogos, mas de criar novas oportunidades de negócios, o Samsung Ocean oferece o apoio necessário para que os estudantes consigam dar continuidade às suas ideias. A Samsung também disponibiliza os jogos em sua loja de aplicativos.

O direito autoral, assim como qualquer eventual mecanismo de valoração criado, é de responsabilidade e exploração exclusiva dos alunos. O intuito é ampliar a exposição e permitir que esses projetos ganhem notoriedade.

Com informações da assessoria

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