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Estado vai investir R$ 4,2 milhões no combate à malária, na capital e interior

A reunião contou com a presença do governador - divulgação

A reunião contou com a presença do governador – divulgação

O aumento de quase 10% nos casos de malária no Amazonas levou o governo do Estado a anunciar, na manhã desta quinta-feira (26), um plano para intensificar o controle da doença, com reforço no combate em 13 cidades, consideradas de alto risco de incidência.

O investimento de R$ 4,2 milhões anunciado contempla recursos para custeio de ações, aquisição de equipamentos e a doação de mais de 40 mil mosquiteiros para as populações dos municípios.

O anúncio foi feito durante encontro do secretário de saúde do Amazonas, Pedro Elias, com o governador José Melo e prefeitos de diversos municípios, no auditório do Centro de Tecnologia do Amazonas (Cetam), no bairro Dom Pedro, Zona Centro-Sul de Manaus. A meta é reduzir em 20% o número de casos, que atualmente é de mais de 63 mil.

O secretário de saúde, Pedro Elias, informou que o aumento de quase 10% do número de casos foi registrado em apenas oito meses. “O que preocupa é que entre 2013 e 2014, nós tivemos uma redução de mais de 13% de casos de malária. Porém, de janeiro a agosto deste ano, tivemos um aumento de mais de 7%”, explicou.

De acordo com o governador José Melo, os recursos foram divididos por prioridades. “Na crise, você tem que estabelecer prioridades, e o combate à malária é uma prioridade porque atinge a população mais pobre, mais distante e ela mata. Por isso que separamos o recurso, para que juntamente com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), mais os municípios que temos recorde de casos, possamos fazer uma atuação no sentido preventivo”, explicou.

Meta
Além da redução de casos, a ação pretende alcançar o diagnóstico de aproximadamente 70% dos casos, e tratamento em até 48 horas.

A maior parte das cidades amazonenses que têm situação considerada delicada são: Tabatinga, Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Atalaia do Norte, Careiro, Barcelos, Humaitá, São Paulo de Olivença, Ipixuna, Eirunepé e Santo Antônio do Içá, pois concentram a maioria dos casos.

Com informações de Luis Henrique Oliveira e assessoria

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