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Hiper ou hipo, quando o problema é a tireoide o que fazer?

O hipotireoidismo é mais frequente que o hiper e pode atingir até 15% da população – foto: divulgação

 

A tireoide é essencial para o bom funcionamento do organismo. Sendo uma das mais importantes glândulas do organismo, é ela que participa ativamente no crescimento e desenvolvimento físico e intelectual na criança e do adulto, no controle da memória, interfere na síntese de outros hormônios e no equilíbrio do metabolismo energético. Quando está com problemas, causa doenças que desequilibram a produção normal dos hormônios.

 


A médica endocrinologista e metabolista Deborah Laredo Jezini explica que a tireoide é uma glândula que atua por meio de dois hormônios que sintetiza: a levotiroxina (T4) e a triiodotironina (T3), a partir da ingestão adequada do iodo, e atua sob a regência do hormônio tireoestimulante (TSH), produzido pela hipófise, onde tem relação de equilíbrio.


“O crescimento e desenvolvimento de uma criança dependem diretamente do adequado funcionando dos hormônios da tireoide, caso contrário, as consequências são dramáticas, como nanismo severo e retardo mental grave. Em adultos, além de ser responsável pelo metabolismo em geral, interfere em várias atividades como raciocínio lógico, memória, fertilidade, ciclo menstrual, funcionamento de órgãos, entre outros”, destaca. Ou seja, a tireoide funciona como um regente de diversas atividades essenciais do organismo.

Diferenças
Algumas vezes, explica Deborah, a glândula tireoide em qualquer idade, pode sofrer com doenças que desequilibram a produção normal dos hormônios T3 e T4, o hipertireoidismo, quando elevados e o hipotireoidismo quando produzidos de maneira insuficiente ou deficitária. 


“No hipertireoidismo, a causa mais comum é a doença de Graves, de origem autoimune, em seguida os nódulos autônomos (produtores dos hormônios T3 e T4), onde o indivíduo apresenta sinais e sintomas referentes ao aumento do metabolismo como a perda de peso; sensibilidade ao calor, nervosismo, irritabilidade, ansiedade, insônia e agitação, tremores nas mãos e palpitações, acompanhados de bócio difuso (crescimento global da tireoide) e os olhos saltados da órbita (exoftalmia)”, aponta.


Já a causa mais comum do hipotireoidismo é a Tireoidite de Hashimoto, onde a glândula é progressivamente destruída e substituída por área não funcionante, prejudicado a produção adequada de T3 e T4, levando a sinais e sintomas como ganho de peso, prisão de ventre, déficit de memória e raciocínio, sonolência e depressão, sensibilidade ao frio, pele e cabelos secos, voz rouca, inchaço na face, mãos e pés, cansaço excessivo, dores musculares e articulares, aumento no fluxo menstrual e infertilidade, aumento dos níveis de colesterol além de comprometer o crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes, podendo apresentar ou não o crescimento da glândula (bócio).

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